O gol foi o ponto positivo

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Na derrota para o Náutico, na última sexta-feira, apenas uma pessoa no Avaí encontrou um ponto positivo. Lucas Coelho fez o primeiro gol com a camisa do Leão (confira no vídeo acima), mas não saiu completamente satisfeito. O revés por 3 a 1 foi mais um como visitante na Série B.
Sem vencer fora, Lucas Coelho lamentou a situação, mas fez questão de reforçar que aos poucos cresce na disputa por uma vaga entre os titulares. Antes do jogo contra o Náutico, no empate com o Oeste, o atacante teve uma boa participação.
- Foi um começo de jogo muito ruim, não podemos deixar isso acontecer. Precisávamos de uma vitória fora e perdemos para nós mesmos. Fico feliz pelo gol, mas de nada adianta para o jogo. Com esse gol eu ganho um pouco mais de confiança com a camisa do Avaí- falou à rádio CBN/Diário.
O técnico Silas revelou que a intenção era ter utilizado Lucas desde o início, mas o atacante treinou pouco ao longo da semana. Assim, optou por deixá-lo no banco.
- O Lucas Coelho era pra entrar jogando, não necessariamente no lugar do Wiliam, mas ele voltou a treinar há dois dias mesmo com edema. Então eu estava preocupado com ele.
O Avaí volta a campo nesta terça-feira, diante do Londrina. Lucas Coelho pode receber uma oportunidade com a ausência de Romulo, fora pelo terceiro cartão amarelo. Renato Silveira, expulso contra o Náutico, é outro desfalque. via Globo Esporte

Avaianas, as legítimas

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Camila Souza, torcedora do Avaí FC.

O futebol do Avaí não é levado a sério

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"Para início de conversa, um esclarecimento - o japonês Toshi não foi o culpado pela derrota do Avaí diante do Náutico. Outro esclarecimento: Toshi é um cara gente boa e simpático, sofre pelo clube e pela convivência aprendeu a gostar do azul e branco.
No entanto a presença dele em campo simboliza que o futebol no sul da ilha não é levado a sério. Ontem, o “japa” entrou no segundo tempo, levou chapéu do Maylson, perdeu bolas que gerou contra-ataques para o Náutico e mostrou que a sua presença no plantel é um acordo entre o Avaí e o pai do jogador - que dizem ser um empresário forte na “terra do sol nascente”.
O Avaí é um time profissional com gestão amadora para as coisas do futebol. E isso aos olhos de quem quiser ver, enxergar. Impressiona-me o fato do treinador Silas - com a sua seriedade e profissionalismo - admitir uma situação dessas. Repito: Toshi não foi culpado pelo gol sofrido com menos de um minuto. Também não foi culpado pela expulsão de um zagueiro estreante e nem é culpado pela barriga saliente do atacante William.
E muito menos tem culpa do horroroso uniforme número 3 que imita o Remo e do número 1 que imita as cores do Paysandu. Mas a presença do atacante japonês em campo simboliza o amadorismo e a falta de seriedade com o futebol na Ressacada." Fábio Machado, cronista esportivo.

Coletiva pós-jogo de Silas

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"Primeiramente acho que o gol saiu muito cedo. Talvez isso tenha acontecido por conta do excesso de confiança que entramos em campo. O gramado era bom, o estádio estava vazio e se não ganhássemos hoje, a coisa ia ficar complicada. Depois a expulsão, aí complicou a nossa questão."
Problemas com pendurados - "Judson e Alemão ficaram de fora por causa dos cartões, estavam pendurados. Luan e Renato aguentaram sem baixar. Só o Rômulo fez uma falta que estou xingando até agora e tomou o terceiro cartão."
Expulsão de Renato Silveira - "No primeiro cartão, o Ananias jogou a bola na frente e sobrou pra ele o cartão, de repente até foi. Mas no segundo eu falei que ele (juiz) estava muito longe para dar amarelo, porque o Renato (Silveira) não para. Eu não acho que foi tão grave. Dividiu e tudo mais, mas vamos conhecendo o jogador conforme ele vai tendo oportunidade. Eu poderia colocado o Alemão, mas seguramente ia perder ele também."
Dificuldade para vencer fora de casa - "No momento do jogo que tivemos mais posse de bola, veio a expulsão e no terceiro gol acabou o jogo. Depois coloquei no 4-4-1 para não tomar goleada, isso não era interessante para nós. Infelizmente acontece, mas a gente tem que levantar a cabeça, porque o próximo jogo é na nossa casa. Perdi Romulo e Renato, mas voltam Tatá, Célio e talvez o André, que ganhou uns dias a mais para descansar porque sentiu uma fisgada na quarta à tarde."
Erros de passe de  Luan e não utilização de Judson - "Eu acho que ele errou como também acertou e numa dessas quase saiu o gol, agora é uma questão de visão. Eu respeito vocês (imprensa), mas eu acho que naquela posição os dois são primeiro volante com características diferentes. O Londrina é muito forte fisicamente, e isso não quer dizer que não posso entrar com os dois. Na nossa opinião, ele não fez um mau jogo, mas é bom ter dois atletas em condições."
Participação de Lucas Coelho - "Era para entrar jogando, não necessariamente no lugar do William, mas ele voltou a treinar há dois dias mesmo com edema. Então eu estava preocupado com ele o Capa, que saiu do jogo anterior e não treinou. Coelho a mesma coisa, por isso a preocupação."
Substituições no intervalo - "Romarinho e Toshi para dar velocidade, por que não Lucas Coelho naquele momento?  Eu fui conversando com o Lucas, porque Jajá estava mal, não sei o que houve. Ele até queria voltar, mas eu disse que não. E ainda tinha o cartão, então para não mexer muito, eu recuei o (Diego) Jardel. O terceiro gol complicou tudo." Paulo Silas, via Globo Esporte

Naufrágio do Avaí em Recife

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"Em exibição lamentável em Recife, perdemos nossa invencibilidade e voltamos àquele time que desesperava sua torcida algumas rodadas atrás. Tomamos um gol no primeiro minuto de jogo e, em nenhum momento, mostramos reação. Exibição horrível e jogo para esquecer. Qualquer adjetivo utilizado para esta partida será negativo. Perdemos qualquer evolução que tínhamos conseguido nos últimos jogos. De positivo apenas o primeiro gol do Lucas Coelho. Já pode ser o 9 contra o Londrina.
Perdoa, senhor... - …ele não sabe o que faz. Depois da expulsão do estreante Renato Silveira, ficamos com 10 jogadores em campo. Ao incluir no intervalo o Toshi em campo, ficamos com nove profissionais (no máximo). Com todo respeito ao esforçado e carismático japa, seu pai paga para ele jogar. Futebol é coisa séria. Não dá para enfrentar uma Série B com esse pensamento amador.
Superstição? - O uniforme 3 do Avaí mais uma vez trouxe a derrota. Já são 14 jogos com ele, tendo oito derrotas, cinco empates e apenas uma vitória - justamente no nosso último triunfo longe da Ressacada, contra o fraco Guarani. Muitos criticam, outros acham que é apenas superstição, mas o fato é que os números não ajudam nem um pouco esta camisa." Filippe Trote via Hora de SC

Os gols de Náutico 3x1 Avaí

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Gols aos 0'17'' ... 1'33'' ... 2'25'' ... 3'28''

"Foi uma noite horrível"

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"Foi uma noite horrível. Hoje deu tudo errado e acredito que apenas o Lucas Coelho foi bem, pelo gol marcado e que ele precisava bastante. Temos que aprender a jogar fora de casa e logo. Estamos na metade do campeonato e temos que melhorar. Detalhes fazem diferença e perdemos todos juntos. Temos que ir para casa e buscar vencer de novo." Renan, goleiro do Avaí, via Diário Catarinense

Atuação desastrosa do Avaí

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"Em todos os sentidos o Avaí teve uma atuação desastrosa em Recife. Incluindo aí Silas, que foi muito mal nas escolhas e nas mexidas. A estreia do zagueiro Renato Silveira foi péssima. Fora de ritmo e atrasado, perdendo o tempo de bola, levou dois amarelos em 35min e deixou o time na mão.
A escalação de João Filipe também se mostrou um erro. Era mais fácil mexer o menos possível, e sair com Alemão na lateral e Renato no meio de campo. O gol sofrido a 40 segundos dava mostras de como seria a noite do Avaí. Com erros coletivos e individuais o Leão foi dando ao Náutico as chances para a vitória. O Timbu não fez muita força e venceu com facilidades.
No intervalo, Silas ainda acabou com as chances do Avaí de criar uma alternativa de ataque ao escolher o japonês Toshi para entrar - mais um grande equívoco. No final das contas, o Avaí jogou fora uma boa oportunidade de fazer um resultado fora de casa. Era jogo pra isso. Sabe aquela história de ser grande na Série B? Mais uma vez, ficou pra depois." Rodrigo Faraco via Diário Catarinense

Avaí é facilmente superado pelo Náutico

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Ontem o Náutico recebeu o Avaí, na Arena Pernambuco, pela 17ª rodada do torneio, e não deu chances para os catarinenses, conseguindo uma vitória tranquila pelo placar de 3 a 1. Com o triunfo, o Timbu subiu provisoriamente para a sétima posição da Série B, com 24 pontos. Já o Avaí, que não perdia há seis jogos, acabou caindo para a 14ª colocação, com 20.
O jogo - O Náutico começou a partida com tudo e nem deu tempo para o Avaí tentar se organizar dentro de campo. Logo aos 41 segundos de jogo, o atacante Roni aproveitou cruzamento rasteiro de Jefferson Nem e, com o gol livre, só empurrou para as redes para abrir o placar.
Após o gol relâmpago, o Avaí não conseguia pressionar em busca do empate. Com isso, o jogo perdeu em chances de gol criadas e cresceu em número de faltas. Em uma destas infrações, a equipe catarinense acabou ficando com um a menos. Aos 29 minutos, o zagueiro Renato Silveira parou contra-ataque perigoso de Roni e, como já tinha cartão amarelo, acabou expulso de campo.
Com a vantagem numérica, o Timbu cresceu na partida. Aos 44 minutos, Renan Oliveira mandou uma bomba de fora da área e obrigou o goleiro Renan a se esticar para mandar para escanteio e evitar o gol. Na sequência, no entanto, o goleiro do Avaí não pôde fazer nada. Aos 45, Hugo cobrou escanteio para a área e Eduardo se antecipou no primeiro pau para cabecear livre de marcação e fazer o segundo gol do Náutico, levando uma boa vantagem para o intervalo.
Com um a mais em campo e 2 a 0 no placar, o Náutico voltou para o segundo tempo mais relaxado. Com isso, o Timbu criava poucas chances de perigo, mas conseguia garantir a segurança defensiva para evitar a criação de jogadas por parte do Avaí.
Com o controle da partida, o Timbu não demorou muito para ampliar. Aos 18min, Joazi cruzou da direita, Fábio Sanches efetuou um leve desvio, que acabou tirando o goleiro Renan da jogada, e Jefferson Nem apareceu livre no meio da área, tendo apenas o trabalho de completar para o gol.
O Avaí conseguiu chegar com perigo somente aos 25 minutos, porém, não balançou as redes por muito pouco. Romulo arriscou uma pancada de fora da área e carimbou o travessão defendido por Júlio César. Nos minutos finais, foi o Náutico quem criou as principais chances de gol e chegou perto de marcar em duas belas finalizações de Maylson. Na primeira, de fora da área, o chute passou ao lado do gol. Já na segunda, em bicicleta, o goleiro Renan fez uma grande defesa.
Ainda deu tempo do Avaí diminuir o placar. Aos 42 minutos, Lucas Coelho aproveitou cobrança de escanteio e subiu mais alto que a defesa para fazer o gol de honra e dar números finais à partida. Avaí - Renan; Renato, Fábio Sanches, Renato Silveira e Capa; Luan, Jajá (Toshi), João Felipe e Diego Jardel (Lucas Coelho); William (Romarinho) e Rômulo. via Gazeta Esportiva

A musa do adversário

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Amanda Ramos, musa do Clube Náutico Capibaribe 2014.

Falta gordura avaiana

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"Apenas três pontos separam o Leão da zona de rebaixamento e isso é preocupante. Mesmo há seis partidas sem perder, o que falta mesmo é emplacar uma série de vitórias consecutivas e trazer na bagagem os três pontos. Por isso Silas apostou em uma mudança para o jogo contra o Náutico, mas não apenas de atletas, mas sim de responsabilidades.
O capitão do time agora é Fábio Sanches, que tem mostrado liderança e qualidade na zaga avaiana. A mudança é para que William volte a se preocupar apenas em balançar as redes, já. O torcedor está com saudade de vibrar com o gol do ídolo. Claro que a torcida acaba ficando impaciente com o jogador, mas é porque são chances claras desperdiçadas, ai não pode né?
Série B é um campeonato bem truncado, nada de muita qualidade, mas sim de resultados. As pontuações ainda estão bem emboladas, tanto que a distância do Avaí, que está em 14ª posição, para a zona de rebaixamento é de três pontos e do G4 é de nove pontos. É só fazer um esforço que é possível subir um pouco mais na tabela.
A briga de hoje é com um adversário direto e se a fé números ajudar, os times já se enfrentaram 12 vezes, sendo que o Leão leva a melhor com seis vitórias contra quatro do Náutico, e apenas dois empates. Se isso vai ajudar ou não, não custa nada cruzar os dedos." Cacau Corazza via Infoesporte

O melhor momento na Série B

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"O Náutico nas últimas cinco partidas perdeu quatro vezes. Fez uma vitória magrinha sobre o Luverdense há quatro rodadas. O Avaí vem de uma sequência invicta, com duas vitórias e quatro empates nas últimas seis partidas. Entre as vitórias, a mais expressiva foi contra o Vasco, em casa.
Leio na imprensa de Pernambuco que o Náutico quer aproveitar a má fase do Leão. Não entendi nada. Deve ser porque o Timbu tem 21 pontos, um a mais que o Avaí - o que, no mínimo, é um erro de avaliação por parte deles. O melhor momento é do clube catarinense. É só fazer a leitura correta.
O Náutico vem descendo a tabela - Começou bem, mas caiu muito com esta sequência de derrotas. O Avaí vive seus altos e baixos, mas este é um momento de alto astral, com repetição de time e boas apresentações. Fora tudo isto, o técnico Alexandre Gallo está cheio de dúvidas. Treinou um time na terça e outro na quarta, quase totalmente diferentes. Não há motivos para o Avaí temer o Náutico, muito pelo contrário.
O não capitão William - Nunca vi o atacante William como um capitão do Avaí. Via como um líder, um atleta que representa bastante para o clube e para a torcida. E Silas está certo em deixar a tarja de capitão com outro jogador. Poderia ser o goleiro Renan, mas o treinador preferiu o zagueiro Fábio Sanches. Acho que estaria melhor para Renan, que tem mais representatividade no cenário nacional, e ganharia mais respeito dos árbitros também.
A questão é que William precisa primeiro resolver sua má fase em campo, com alguns golzinhos pra ficar com a cabeça mais tranquila. William andou se expondo demais em entrevistas que não foram nada felizes e costuma fazer o tipo esquentadinho, que nunca é bem visto pelos árbitros. É um problema menor, mas Silas acertou. William não deve mesmo ser o capitão." Rodrigo Faraco via DC

Avaí quer seguir série invicta

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O Avaí colocará em jogo, nesta sexta-feira, duas questões: a sua invencibilidade e também o seu jejum fora de casa. Se está há seis jogos sem perder (quatro empates e duas vitórias), o Leão ainda não venceu como visitante nesta Série B do Brasileiro. Portanto, se o desejo é de buscar algo a mais na competição e deixar cada vez mais o Z-4 para trás, o momento de conquistar três pontos é esse, na melhor fase da equipe na temporada. É a hora de matar a fome.
A sequência sem derrotas é algo incomum para o Avaí em 2016. Depois de um Catarinense irregular, com primeiro turno consistente e reta final de luta contra o rebaixamento, o Leão tem a sua melhor fase. São duas vitórias e quatro empates nos últimos jogos, com 10 pontos conquistados. Ou seja, metade dos pontos do Leão - que tem 20 na tabela - foram ganhos nesta sequência.
Apesar do atual contexto, as duas vitórias da série invicta, não vieram longe da Ressacada. Até porque nenhuma vitória do Avaí aconteceu fora de casa. E é essa fome que o Leão quer matar, nesta sexta-feira, na Arena Pernambuco, às 21h30.
- Todo mundo teve baixas importantes, mas o campo é bom, o clima também, e a gente vem do momento de se afirmar fora de casa. O jogo é esse. Não vamos pensarem outros jogos, mas o jogo da nossa vida é esse. Vamos dedicar tudo. A vitória (fora) está amadurecendo e estou torcendo para ser nesse - disse o técnico Silas. via Globo Esporte

Julgamento do STJD absolve Silas

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Para a partida de hoje, contra o Náutico, o Avaí poderá contar com o técnico Silas na área técnica da equipe. O treinador era dúvida devido a julgamento na 5ª comissão disciplinar do STJD. O comandante do Leão da Ilha foi absolvido na sessão que avaliou sua expulsão na vitória sobre o Vasco, pela 14ª rodada da Série B. O treinador foi retirado do gramado aos 47 minutos do segundo tempo pelo árbitro Elmo Resende Cunha, de Goiás.
Silas foi denunciado no artigo 258 do Código Brasileiro de Justiça Desportiva, por desrespeitar a arbitragem. A pena poderia ser de uma a seis partidas. Antes do julgamento, o comandante azurra afirmou que estava tranquilo e que não havia xingado a arbitragem. O profissional ressaltou que tinha apenas feito um comentário. via Globo Esporte

Avaianas, as legítimas

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Jamile Moreira, torcedora e musa do Avaí FC.

A meta de pontos para o acesso

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Falta pouco pra fechar o primeiro turno do Campeonato Brasileiro da Série B. Com a proximidade do fechamento do turno, começam a pipocar alguns números, e algumas análises, sobre o tão sonhado acesso à Série A. O lateral-direito Alemão, do Avaí, revelou em coletiva de imprensa, que o técnico Silas trabalha com um número ideal de pontos para conseguir o acesso.
"A gente teria que fazer mais 44 pontos, porque com 64 sobe. Daria uma média de 1,8 pontos por jogo, ou seja, somar quatro pontos a cada dois jogos", disse Alemão.
É claro que permanecer invicto até o fim do campeonato é algo fora de questão, mas se vencer duas e perder uma, a cada três jogos, o Avaí mantém a média traçada pela comissão técnica, e atinge os 64 pontos no final do campeonato.
Restando apenas três jogos para o fim do primeiro turno, o Avaí tem 20 pontos e ocupa a 14ª posição. Se seguir essa lógica apresentada pelo Alemão, o Leão chegaria aos 26 pontos, caso vencesse duas e perdesse uma. Para os 64 pontos, faltariam 38. via Infoesporte

O Avaí precisa ser grande na Série B

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"Essa frase foi enviada por um espectador ao TVCOM Esportes desta semana. É uma frase de torcedor, mas que faz pensar. É algo que realmente deveria ser uma premissa dentro do Avaí. Qualquer clube que tenha aspirações de Série A e que tenha vindo de lá e que, como o Leão, conheça os caminhos de um acesso, tem que se portar deste modo na Série B.
E na minha visão está faltando ao Avaí este ímpeto. Claro que todas as dificuldades financeiras dificultaram muito o clube e o time. É claro que dificuldades nos últimos três anos no estadual, e o rebaixamento no Brasileiro, sempre trazem abalos na autoestima. Mas com a consolidação do time nas últimas rodadas, já está mais do que na hora do Avaí começar a aparecer mais na Série B. Isto passa por vitórias fora de casa. O jogo contra o Náutico, que está muito instável no momento, é uma ótima oportunidade pra começar a mostrar mais força e mais ímpeto.
Lucas Coelho e William - Uma das perguntas desta semana é se William e Lucas Coelho podem jogar juntos. A minha resposta tem sido sim, por mais que isto não esteja nos planos de Silas neste momento. São dois jogadores da mesma posição, mas com características complementares. William é um batalhador, um finalizador. Lucas Coelho é mais habilidoso e mostrou que pode ser um preparador de jogadas. Como montar este sistema é trabalho para o técnico. O fato é que bons jogadores sempre podem estar juntos no mesmo time. Avalio que Silas possa analisar isto e pensar nesta hipótese em algumas partidas e circunstâncias de jogo." Rodrigo Faraco via Diário Catarinense

Silas indica voltas de Capa e William

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Diferente do comum, quando a entrevista coletiva do treinador ocorre na véspera das partidas, ontem Silas atendeu a imprensa, dois dias antes de enfrentar o Náutico, fora de casa. O treinador será julgado hoje pelo STJD - pela expulsão contra o Vasco - e, em função disso, vai embarcar para o RJ.
Na conversa com os jornalistas, Silas não confirmou a equipe titular, mas indicou as voltas de Capa e William, que cumpriram suspensão na última rodada. No treino, realizado no CFA, o comandante trabalhou com a seguinte formação: Renan, Alemão, André, Fábio Sanches e Capa; Luan, Jajá, Renato e Diego Jardel; William e Romulo.
A formação é a base que o treinador vem usando nas últimas rodadas. De novidade, Silas revelou que tirou a braçadeira de capitão de William. A intenção é deixar o atacante, que passa por um jejum de gols de quase dois meses, pensar apenas em jogar futebol. A faixa vai para Fábio Sanches.
- Wiliam é deixar a cabeça livre, vou tirar a faixa de capitão, não porque não seja, mas não quero que ele pense em outra coisa, porque o capitão tem que falar com árbitro, capitão tem sempre que ser intermediador e não quero que precise se preocupar com isso, até porque participa de jogadas bruscas, vai sempre para o choque. Então quero ele pensando só nisso e esquecer todo o resto.
O treinador ainda não pode contar com o zagueiro Gabriel, em recuperação de uma artroscopia no joelho. A volta fica por conta de Romarinho, a princípio como reserva. O atacante tratava uma lesão muscular e volta a ser relacionado. Diante do Náutico, o Avaí tenta a primeira vitória fora de casa na Série B. O triunfo pode afastar ainda mais o Leão da degola e deixar mais perto da parte de cima da tabela. O duelo ocorre na sexta-feira, 21h30, na Arena Pernambuco, e Silas tem se preparado para enfrentar o Timbu, que não vence há três rodadas na Série B.
- O Náutico também tem seus probleminhas, então vamos preparados, porque as notícias que temos é que alguns jogadores vão sair, características diferentes, tem gente do DM voltando, a gente conhece todos eles. No jogo passado ele mudou o sistema dentro do próprio jogo, então estamos analisando. A gente veio se preparar para diferentes situações. via Globo Esporte

Dia do amigo

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Náutico tem dúvidas para encarar o Avaí

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Dono da segunda pior defesa da Série B do Brasileirão com 22 gols sofridos - 10 deles nos últimos três jogos - o Naútico tem mais motivos para se preocupar. No treinamento desta terça-feira o atacante Bergson, que voltava de lesão, sentiu a coxa novamente e é duvida para o jogo com o Avaí.
"Ele disse que sentiu uma dor semelhante a do jogo contra o CRB. Vamos reavaliá-lo melhor na quarta-feira e vamos ver se é necessário realizar exame de imagem ou não. Iremos iniciar o tratamento imediatamente, mas ainda não posso dizer se ele vai treinar", afirmou o médico do clube Múcio Vaz.
Além do atacante Bergson, o lateral-direito Joazi, que não participou do primeiro trabalho da semana com dores nas costas, sentiu novamente e deixou o treinamento desta terça-feira mais cedo. Segundo o médico do clube, o lateral deve ter condições de jogo para encarar o Leão da Ilha.
"Joazi deve ter condições para jogar na sexta-feira. Foi uma contratura nas costas. O problema é que ele é alérgico a vários medicamentos e isso atrapalha o tratamento", afirmou Vaz. Náutico e Avaí entram em campo na sexta-feira (22), às 21h30, na Arena Pernambuco. A partida é válida pela 17ª rodada da Série B do Campeonato Brasileiro. via Infoesporte