Não pode ser só emoção

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Que os nervos da avaianada estão todos à flor da pele, disso ninguém tem nenhuma dúvida. Daqui a pouco na Ressacada teremos mais uma edição do "matar ou morrer" do Lão da Ilha com vistas à série A de 2015. Li agora há pouco no GE que "o Avaí está trabalhando o psicológico", frase que quando aplicada no futebol brasileiro, imagino fazer Sigmund Freud se revirar no túmulo. Se os clubes soubessem como fazer isso, para início de conversa jamais usariam essa expressão tosca.
Tanto é que a matéria relata que Geninho, às voltas com os fantasmas de 2013, diz que vem trabalhando com "vídeos, papos, palestras, para passar para eles que dependemos de nós". Essas ações de inculcação mental e sugestionamento emocional à fórceps pode até dar resultado, mas pouco tem de proximidade com a moderna psicologia esportiva. Nada contra os vídeos motivacionais e os slides em Powerpoint, mas hoje a coisa se resolverá na base da raça.

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