Sem mimimi, acordo a gente cumpre

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Ontem, naquela janela básica para o café e pão com manteiga da tarde, acompanhei uma discussão de opiniões acaloradas sobre o que para mim só poderia ser mais um boato fora de hora envolvendo o Avaí. Nela, alguns avaianos discutiam o mérito da questão relacionada a ausência de Geninho ao lado do gramado no sábado, diante do importante compromisso contra o Náutico.
Geninho em foto Cristiano Estrela
Como se já não bastasse o estrago estratégico nessa reta de chegada da série B, o motivo era inusitado, quase uma brincadeira de mau gosto: Geninho pediu dispensa do comando técnico da equipe para acompanhar o casamento de seu filho, em São Paulo. Um despropósito tão grande que preferi não dar ouvidos, já que nessa temporada o novo presidente Nilton Macedo tem baixado em muito aquele nível de patacoadas tão conhecido por todos nós.
Mas eis que não era boato e o técnico realmente não estará no banco dando as suas orientações táticas, seus esporros pedagógicos e nem no vestiário para a tradicional arrumada no time para o segundo tempo. É essa a informação no Diário Catarinense de hoje, informando ainda que Ridênio Borges ou Ricardo Henry poderão comandar os meninos.
Já preparando todo um rosário de razões para justificar o grave erro da diretoria em abrir as pernas para Geninho, o atual segundo maior mito da Ressacada, logo atrás de Marquinhos Santos, leio que "Quando acertou com o Avaí, em junho deste ano, o comandante azurra já tinha avisado o clube que não poderia estar presente em Florianópolis nesta data". Bico calado, não temos nada para questionar e muito menos alguém para "crucificar". Acordo a gente não questiona, não faz mimimi e não inventa atalhos verbais. Acordo a gente cumpre.

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