Sobre monarquia, burguesia e plebeus

|
"Gerson, os anos finais da gestão passada - permita-me não citar o nome do ilustre que presidia o clube - transformaram o Avaí numa nau errante, ou seja, todos sabem onde desejam chegar, sem no entanto, uma rota para isso. A sucessão de erros, faz do clube o maior exemplo de fiasco da história recente do futebol catarinense. Ah, os defensoresdirão que não, que ele foi o maior, que ficará na história e blá blá blá. Prefiro não responder a turba de puxa sacos e demais baba ovos.
Seu sucessor, que de futebol não entende nada, deixou muito claro que não conhecia os meandros da Ressacada e se soubesse, afirmou que não aceitaria a indicação. Mais uma prova cabal, haja vista, que o "Dr. Nilton" foi vice do antecessor, que na gestão passada o clube era uma monarquia absolutista. Essa monarquia, auxiliada pelos burgueses empresários do reino da bola, contaminou o clube e o afastou da plebe. Plebe essa, torcida para os íntimos, que só era chamada quando a situação descambava.
Na gestão atual, tão amadora quanto a anterior, além das dívidas deixadas, perdemos um caminhão de dinheiro, pois estampamos a logo da CEF, mas por falta de certidão negativa não recebemos nada. Na sequência, o episódio "negócio da China" também nos deixou sem um tostão (Yuan, Dollar, Real ). Sem dinheiro, atrasos de salário, jogadores de qualidade duvidosa... queda. Pra finalizar: não falarei nada da demissão do Zé (Hemerson) Maria, para não ser injusto com Geninho, que na minha opinião, faz um excelente trabalho. Vergonha pouca é bobagem". Emídio Jr. sócio e torcedor do Avaí.

Nenhum comentário:

Postar um comentário