Nilton, um ano de governo

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Ontem Nilton Macedo completou um ano como o big boss da diretoria executiva do Avaí, então podemos repetir aquela tradicional conferência entre o que foi proposto em sua campanha eleitoral e aquilo que efetivamente foi realizado. O cartola azurra ainda tem mais três anos de labuta pela frente e apesar do "legado inestimável", está conseguindo tocar o barco sem botar a mão no bolso.
Não, o Avaí não acabou, como previam algumas mentes "brilhantes" acostumados com a relação clube-patrono, muito em parte pelos R$ 8 milhões vindos do Governo do Estado que pagou pela desapropriação dos terrenos da Ressacada num momento onde a porca já estava quase torcendo o rabo. Vamos conferir o andamento das oito diretrizes apresentadas por Nilton e seu staff:
Conquista do Estadual e acesso à série A - o Estadual foi medonho, com uma das piores campanhas da história, mas o acesso veio com sorte, competência e muita macumba. 
Criar um Conselho de Gestão - foi um sonho de verão, nunca existiu e tão cedo não se tornará real na Ressacada.
Profissionalização da Gestão do Clube - desde 1923...
Modernização do Complexo da Ressacada - até agora nenhuma obra que mereça destaque. O ameaço chegou por meio de um contrato de patrocínio com a ICT do Brasil, braço de uma holding chinesa. A ICT não pagou os três meses de exposição na camisa do Avaí e o projeto imobiliário que seria bancado pela Jinggong, por enquanto é o mico do ano.
Fortalecimento da categoria de base - em função dos limites financeiros do clube, não foi anunciada nenhuma ação que merecesse destaque. Mas a gurizada aterrorizou nos gramados e papou quase tudo em 2014.
Novos planos de associação e valores de ingressos - promessa cumprida com valores acessíveis.
Finalizar a reformulação do Estatuto do Clube - um parto de égua, mas em andamento.
Elaborar vigorosa política de marketing e comunicação - pouca verba e lá nave vá.

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