Apesar do Geninho

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Análise pós-jogo (levemente editada) do avaiano Felipe Borges sobre Avaí 0x1 Chape: "Não vou entrar no mérito da qualidade dos jogadores, mas essa derrota tem um boa participação do Geninho.
Entrou com essa naba desse losango, usado em 1997, contra uma Chapecoense no 4231, único esquema usado por Eutrópio. Todo mundo sabe. Tomou dobra nas laterais durante todo o primeiro. Para evitar essa continuidade, abriu Claudinei no lateral esquerdo da Chape e Revson no direito. Tudo isso porque para Geninho, atacante não marca lateral. Tomou um banho.
No segundo tempo corrigiu seu erro infantil, trocando um volante por um atacante. Essa troca arrumou o Avaí defensivamente, pois abriu mão do tripé de volantes e espelhou o time no 4231, com Rômulo e Lopes marcando as laterais. Demorou um tempo inteiro pra arrumar o time. Eutrópio sempre joga assim. Inacreditável. Por isso a etapa final foi mais equilibrada. Foi só o Geninho fazer o que qualquer técnico mediano faria. Ou você espelha o 4231 ou faz duas linhas de 4. Óbvio.
Tecnicamente é o que já havia comentado: precisamos de seis contratações para chegar e jogar. Time muito fraco. De positivo o Rômulo. Botou o Edinho e Anderson Lopes na cara do goleiro. Se não fossem tão ruins o Avaí teria melhor sorte, apesar do Geninho." Foto Jamira Furlani - Divulgação Avaí FC

Um comentário:

turica disse...

O melhor jogador da chapecoense foi o homem no apito!

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