Chegou o xerife da zaga

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Coletiva do zagueiro Jeci, apresentado ontem na Ressacada: "(...) a gente tem a possibilidade de conversar com os jovens. Tive com atletas experientes e pude pegar muita coisa. O importante é fazer um grupo forte e a gente quer jogar, tem que estar no sangue. Eu quero estar pronto, ajudar em todos os sentidos e conseguir o título do Catarinense e conseguir uma posição histórica.
Passagem pelo futebol japonês
Foi uma experiência fantástica, não tem preço. No começo teve dificuldade, a gente vive em um país tropical e peguei um inverno forte. A adaptação de língua foi difícil e meu filho foi para escola, eu queria que ele pegasse os costumes. No início foi duro, pensei em desistir, mas a família se adaptou e ficou fácil, a coisa fluiu e vivi momentos mágicos. 
Crescimento da carreira após o Coritiba
O que me levou ao Coritiba foi a campanha no Guaratinguetá, um título do Paulista e abriu as portas para mim. Tive a felicidade de ser negociado, conseguir o acesso e ali em diante as coisas aconteceram na parte profissional e vivo um momento muito bom, a experiência ajuda em campo. Antes você queria correr atrás, agora você posiciona e corre na hora certa. 
Adaptação ao Brasil
Eu acho que não demora. No Japão a gente jogava com linha de quatro, sem sobra. O zagueiro gosta de trabalhar com a sobra para a equipe tomar menos gols. Mas eu sempre joguei aqui e a adaptação eu não vejo grande problema. 
Carinho com torcedor do Coritiba e projeção no Avaí
Sou muito grato ao Coritiba, apareci no cenário nacional e pude ajudar. Agora no Avaí vou fazer de tudo e se tiver o mesmo sucesso vou ser o mais feliz e almejo as mesmas conquistas. O mais importante não é você passar, é marcar. E eu estou aqui para marcar.
Liderança na defesa
Eu me cobro muito e no dia a dia eu sou tranquilo, falo pouco, o necessário. No grupo eu gosto de colocar as minhas ideias, e no Japão, fora do grupo, falavam que eu até sumia fora do campo. Mas dentro dele eu me transformo. Quando coloco a camisa não quero perder nem a pau. 
Chegada nas bolas aéreas
Eu fiz 14 gols no Frontale, 15 no Coritiba, é uma característica para explorar. Não pela altura, mas pela impulsão. E eu vi aqui que tem grandes batedores, observei onde o Marquinhos coloca a bola e espero que possa sair uma parceria boa. 
Planos de aposentadoria no Avaí
É um pensamento, mas primeiro tem um ano difícil pela frente, vamos esperar para ver o que vai acontecer. Na parte física e na psicológica, mas minha prioridade é conquistar algo aqui dentro. Foto André Palma Ribeiro/Avaí FC

Um comentário:

-[Kleber]- disse...

Só por curiosidade... q p$&#@ de modelo de camisa é essa que ele usou? Não é a nova, não é a antiga.

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