Um Avaí em desespero

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O reveillón passou, as férias escolares terminaram, as escolas de samba campeãs desfilaram, o horário de verão acabou, o Avaí já pode começar 2015. Não podemos considerar digna uma campanha de cinco jogos sem nenhuma vitória, com aproveitamento de 13,3% e a lanterna isolada na tabela. Há duas rodadas a turma do "quanto pior (mais eu finjo que está) melhor", os vassalos diretorianos de sempre, diziam que ainda era cedo para desespero. Pois bem, não é mais.
Vencer hoje o Marcílio Dias e secar Metropolitano, Atlético e Internacional é a parte de humor negro sem graça que restou após a sequência de patacoadas históricas de Geninho e seus meninos limitados e pouco adestrados para o futebol profissional. Uma situação ridícula e que joga por terra toda a tradição de um time até alguns anos atrás conhecido e temido por sua garra.
Geninho está nitidamente apavorado, não tem um time, e prova isso experimentando sua sexta formação diferente em seis rodadas. Ronaldo Alves, Eltinho, Eduardo Neto e Rômulo cedem suas vagas para Antônio Carlos, Willian Rocha, Uelliton e Tinga sem choro e sem vela.
Apesar disso, ninguém em sã consciência espera uma bela apresentação. Não sabemos o que é isso desde 2009, com um breve "intervalo comercial" nos dois jogos da decisão do estadual de 2012. Mas com gol de bunda, de canela, de nariz ou de qualquer outra parte válida do corpo, que o Avaí volte para Florianópolis sem o seu selo de virgindade no campeonato.

Um comentário:

Sergio Nativo disse...

Mais da metade desses acomodados que estão jogando pertencem a Uram. O time de Uram esta igual mulher de malandro, so leva pau.

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