Avaí superior, mas ainda insuficiente

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Jogo com muita emoção, muita transpiração e pouca inspiração. O clássico da Capital costuma ser assim, mas quando duas equipes limitadas não chegam com lastro para muito mais, correria é o que sobra para o espetáculo. O Avaí, a gente já sabia que teria que se superar, e foi assim aos longo dos 90min dominando as ações e criando mais oportunidades que o adversário. Já o time do Estreito, pelo futebol apresentado, será outro a sofrer para se segurar na série A do Brasileirão.
Destaque negativo para Anderson Lopes, o cabaço avaiano, que se meteu numa confusão que não era sua, deu um totozinho por trás no lateral meia boca deles, o que os levou mais cedo para o chuveiro. Marquinhos fez a diferença, organizou o meio de campo, comandou a equipe no gramado, fez o dele e não entrou na vibe de guerra lamentavelmente incitada pelas matérias da RBS.
O ídolo deles, aquele que não nasceu em Paris e que ninguém conhece, teve seus minutos de fama nas manchetes graças ao galego, e acredita de coração que tenha "enterrado" o Avaí. Faltou dizer ao rapaz pouco socializável que se o Avaí é vice-lanterna, se venceu uma única partida em oito rodadas e se vai perder seis pontos no TJD, tudo isso é por sua própria incompetência e sem a pá de cal de nenhum pereba de fora da Ressacada. Desgraça a gente cria em casa, ô tanso! Foto Charles Guerra

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