Muito custo, pouco benefício

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O orçamento do Avaí para 2015 é de R$ 36 milhões, ou seja, a cada mês a direção do clube dispõe de respeitáveis R$ 3 milhões para cobrir seus custos, do porteiro ao ídolo do time. Nesse momento a "política pés no chão" apregoada pelo presidente Nilton Macedo desde o primeiro dia de sua gestão é um retumbante fracasso, um dos piores custo-benefício do Brasil. Há anos são muitos os "apaixonados" pelo Avaí fazendo o trabalho de profissionais. Há uma grave confusão entre a razão e a emoção na condução da instituição. E, claro, não está dando certo. Foto arquivo Alvarélio Kurossu

Um comentário:

Gilberto disse...

Parabéns pelo comentário, Gerson. A frase "Há anos são muitos os "apaixonados" pelo Avaí fazendo o trabalho de profissionais" sintetiza a realidade do clube. Qualquer pessoa (e às vezes nem avaiano) que se disponha a ajudar, independentemente da capacidade, competência e talento, é imediatamente incorporada ao Avaí. Cria-se até um cargo para essa pessoa ocupar, do tipo "vice-presidente do Departamento de Esportes Amadores". Na prática, acompanha o presidente do clube em reuniões e entrevistas. E, claro, concorda com tudo. E ainda acrescenta: "certíssimo, presidente! É isso aí mesmo! O senhor está corretíssimo! Parabéns!"

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