Restou o "pelo menos não caiu"

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Mais por autopreservação do que falta de interesse ou paciência, hoje em dia acompanho as redes sociais do futebol com bem menos assiduidade que há dois ou três anos. Em geral o avaiano pouco fala de futebol. Forçado que é pelo rebuliço administrativo do clube, acompanhado por apresentações e resultados patéticos do seu time, ele fala de Avaí a maior parte do tempo, mas pouco de futebol.
Enquanto equipes como Internacional e Metropolitano se posicionam entre os seis melhores de SC, o que lhes dá o direito de lutarem pelo título, pelo segundo ano consecutivo o Avaí se permitiu a uma presença constrangedora entre os menores do Estado, se engalfinhando para permanecer na primeira divisão. Ao torcedor resta a esperança, patrimônio maior de sua paixão, hoje desguarnecida de dirigentes e jogadores que permitam algo mais concreto em termos de bola rolando no gramado.
O rescaldo da participação no Estadual é visto nos números finais da tabela do Quadrangular da Rabeira. Mesmo disputando com três adversário que juntos não pagam a sua folha salarial, o Avaí conquistou pouco mais da metade dos pontos e só foi campeão (?) graças aos critérios de desempate. Além da esperança, restou aos conformados celebrar o "pelo menos não caiu".

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