Avaí, de primeira

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Coletiva pós-jogo de Gilson Kleina - "Foram dois tempos com um panorama diferente. Normal o nervosismo da estreia, mas enfrentamos uma equipe que vai brigar por título. Muita qualidade, um conjunto forte. São muitos pontos fortes para você tentar neutralizar. Mas encaixamos, tivemos uma movimentação boa no meio. Essa semana assisti ao jogo do Barcelona e vi o Guardiola falando. Não existe sistema para você parar grandes jogadores, e eles têm muitos jogadores bons. No segundo tempo, se tivesse um vencedor, seríamos nós. Tivemos boas oportunidades e perdemos."
Melhora após o intervalo
- Estávamos cometendo erros. O Renan encurta muito e ia tirar o espaço do Lucas Lima lá no volante. Tínhamos a preocupação de não deixar ele jogar e conseguimos. Quando ele foi buscar isso e teve o drible, começou a criar como primeiro homem. Aí depois corrigimos isso, pedimos atenção e tranquilidade e conseguimos sair para o jogo. Série A é assim, mas gostei da equipe.
Desgaste para quarta-feira
- Ficamos um tempo inativo e falei com os jogadores. Fizemos os exames e sentimos os jogadores. Era temerária a situação do Renan, mas ele tratou e disse ter condições. Quarta é um jogo de superação, poupou jogadores, mas vamos mobilizar. Clima de decisão e que fique só nessa esfera para o futebol de SC crescer. Vamos buscar a classificação, o planejamento foi feito em cima dos três jogadores.
Mudanças no time para o clássico
- Eduardo Neto não vai poder atuar na quarta pelo terceiro amarelo. Uelliton foi bem, no segundo tempo errou. Eu disse que ele não poderia errar passes. Ele precisa de ritmo, temos a volta do Eduardo Costa, sem o Neto perdemos a posse de bola. Mas ganhamos com o Uelliton em outros aspectos, temos alguns jogadores chegando. Infelizmente o Adriano sentiu no treino de sexta. Temos jogadores com histórico sem jogar faz tempo e temos que respeitar isso.
Mudança de postura do Avaí em um mês
- São vários fatores. O que eu penso do futebol foi colocado, olho no olho, transparência e temos que lutar juntos. Estávamos a um empate de cair na segunda divisão e não estávamos bem. E só íamos mudar tudo se mudasse a atitude em campo. A equipe está competindo, hoje sofremos o gol e a torcida pegou no pé. Quando jogou junto, fez a diferença, isso é um combustível e tem que ser até o final sempre. Mérito é deles que se dedicaram e estamos fazendo um coletivo forte. Daqui a pouco está o Emerson, o Eduardo Costa, o Nino, é o trabalho. Pouca folga e muito trabalho.
Crescimento dos laterais
- A gente primeiro faz uma análise e vê como está usando os laterais. Se a gente usa para dar profundidade, se usa a diagonal, se estamos travando, como no esquema 4-3-2-1. Tem que ver a confiança, porque se o resultado não vem, ela baixa. O erro fica na cabeça e você tem que diminuir isso. Começa a simplificar e o futebol de cada um aflora e você tem que manter sempre o nível de competição. Matéria base Globo Esporte

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