Dá trabalho gostar de todos os clientes

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Não é nada fácil pensar em todos os (segundo Ibope) 500 mil avaianos. Dá trabalho olhar para todo esse povo com o mesmo zelo empresarial. Como planejamento de longo prazo não é tradição dos cartolas brasileiros, a direção azurra, meio que sem querer, acabou ressuscitando o famigerado sistema de castas. Torcedor versus torcedor, com o "nível de paixão" novamente sendo medido por uma carteirinha. "Esses que só vêm na boa, esses oportunistas têm mais é que se ferrar".
Uma estratégia comercial que aposta todas as suas fichas no sucesso do time em campo não é estratégia, é aposta. Já perguntei a um colega torcedor e pergunto novamente hoje: quando foi, desde 1923, do Adolfo Konder, passando pela nova era da Ressacada a partir de 1983 (foto), que esse raciocínio deu certo para o Avaí? Se não fizer uma campanha épica na série A, teremos menos de 8 mil associados em dezembro. Dá trabalho gostar de todos os clientes, os já computados, os em potencial e até aqueles que ainda não estão pensando nisso. Só pode. Foto arquivo Lancenet

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