O legítimo futebol tipo série B

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Estádio lotado, uma festa maravilhosa na entrada dos jogadores e o palco todo estava armado para Boca Juniors e River Plate, talvez o maior clássico do futebol Sul-americano. Na volta dos vestiários alguns bandidos resolveram jogar um gás tóxico no túnel inflável que protegia atletas e comissão técnica do River e a partida foi cancelada. Mais uma vergonha e um problema para a Conmebol.
Em escala muito menor, repercutem os fatos ocorridos após o término da segunda partida entre Avaí e Figueirense, cujo placar de 0x2 eliminou as pretensões azurras de seguir na Copa do Brasil. Do lado de lá, Argel e um maqueiro (?) fazendo gestos obscenos para os avaianos, além da presença do tresloucado França, fora da partida e que sequer tinha autorização para estar no campo.
Do lado de cá, que é o que realmente importa, Marquinhos afirmou nos microfones que o árbitro Célio Amorim é mau caráter, enquanto Eduardo Costa dava um soco no rosto de Argel Fucks. Tudo devidamente documentado com som e imagens, o que novamente pode causar transtornos e perdas para a instituição Avaí FC. Pergunto: quando essas atitudes foram úteis ao clube?
Em Buenos Aires, o time do Boca Juniors saiu do gramado saudando os torcedores, voltados exatamente para o setor de onde partiu a agressão aos seus companheiros de classe do River Plate. Em Florianópolis, após mais uma confusão entre "profissionais" despreparados, alguns torcedores aplaudem as iniciativas (?) dos brigões no clássico ilhéu. Lá e cá, em Buenos Aires e Florianópolis, na Ressacada e no Scarpelli, o legítimo futebol com mentalidade tipo série B da América do Sul.

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