Muitos números seis em jogo

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O Avaí não vence há seis rodadas, período em que se tornou o líder às avessas no quesito pontos ganhos, mas campeão absoluto em cartões tomados dos árbitros. Aproximando-se perigosamente da zona de rebaixamento, hoje enfrenta a Chapecoense na Ressacada, de quem não sabe o que é vencer desde março de 2013: seis jogos e seis derrotas em seguidinha.
Apesar da posição privilegiada da indiarada do Oeste na tabela, confortáveis 19 pontos e na 9ª posição, podemos dizer que temos pela frente mais uma partida valendo seis pontos, haja vista que a missão primeira de ambas as equipes é somar 45 pontos e afastar de vez o fantasma do rebaixamento. O fato é que as diferenças emocionais entre Avaí e Chape são grandes para hoje.
Gilson Kleina já deu início à estratégia número 1 dos técnicos que estão em desespero e à perigo, fazendo mistério sobre a escalação da equipe. Sem Nino Paraíba, o lateral direito que é o pulmão do time e a esperança de um futebol de série A, infelizmente está suspenso. Mesmo caso de André Lima, mas apenas no que se refere a suspensão, já que com ele ou sem ele dá tudo no mesmo.
Jogando dentro de casa e precisando muito dos três pontos, mesmo que saia perdendo por 3x0  consiga igualar o placar até o final da partida, também nesse caso o empate será péssimo. Se Kleina afirma que o time está evoluindo e que encontrou a receita das vitórias, essa é a hora para servir o "prato" para os convidados. Ou isso ou os cartolas pensarão em substituir o chef.

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