Acorda, se liga, presta atenção, Avaí

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Tanto faz se com Vagner ou Diego vestindo camisa de homenagem aos municípios de SC, as possibilidades de falha embaixo da meta avaiana são igualmente grandes. Se Antônio Carlos se machucou no aquecimento e no seu lugar entra Emerson, tanto faz também. As chances da equipe tomar um gol bobo são enormes (esqueçamos o meia Camacho improvisado de atacante).
Não é acidente de percurso, uma surpresa o Avaí ter o segundo setor defensivo mais vazado do campeonato. Como não sabe (ou não tem como) arrumar esse problema, talvez esteja aí a resposta para os treinos fechados promovidos por Gilson Kleina: o constrangimento do "não sei o que faço".
Kleina mereceu elogios pela vitória sobre o Flu e hoje merece críticas pela postura medrosa contra uma Ponte Preta que também luta para não cair. Some-se a isso a desorganização da equipe, a falta de alma da equipe e a insistência com jogadores que já provaram o seu (não) valor para a série A.
Nestas 18 rodadas o Avaí anda parecendo pisca-alerta de automóvel. Às vezes o futebol aparece, depois desaparece, aparece e desaparece. Mais apagado que acesso, vide o baixo aproveitamento de 37%, porteiro da zona com apenas quatro pontos acima dos quatro piores do campeonato.
Entretanto, não sejamos tão passionais ao ponto de desconsiderar a ausência de cinco titulares. Não é pouca coisa, mas ainda assim é difícil ouvir o auxiliar Juninho elogiando o desempenho do time, elogiando cabeças de bagre e transformando a Ponte na filial do Barcelona. Menos, bem menos porque aqui ninguém é tanso. No mais, acorda pra vida, Avaí! Imagem via Duracell Advertising

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