O Avaí precisa de uma benzedeira

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Com o fraco desempenho de 35% no turno, a nação azurra já começa a torcer para que as próximas 19 rodadas sejam menos pródigas em equívocos como foi até agora. Erros que não são de agora, mas que remontam ao mês de janeiro onde, só para início de conversa, a direção projetou a meta de 27 atletas no elenco, depois quase dobrou a meta e hoje 43 superlotam a folha do clube.
O rendimento em casa precisa melhorar e muito. Três vitórias, três empates e quatro derrotas é realmente pouco. A Ressacada virou campo neutro, um local onde o time do Avaí não soube aproveitar a vantagem psicológica de atuar diante de sua torcida, na casa dos 8.500 de público a cada partida no Sul da Ilha. E a garra, a tradicional garra avaiana, onde foi parar, meus amigos?
De momento o que mais precisamos é de uma boa benzedeira. Os pisados de Marquinhos, Anderson Lopes, William, Romulo, André Lima, Tauã, Eltinho, vamos combinar, é uma situação que escangalha com sobras todo o planejamento de Gilson Kleina. É muita gente na enfermaria, e coincidentemente jogadores que são peças chave da equipe. Mas é aquilo: quem contrata mal... Foto Divulgação Avai FC

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