Para não repetir 2011 I

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Esse banner publicado em julho de 2011 traz à lembrança um dos "pilares" determinantes para a dolorosa queda da série A. Começamos a temporada com preços ingressos e mensalidades mais salgadas, contratações na base das apostas, o que era um prenúncio compensatório das épocas de vacas magras que surgiam no horizonte. Fora o Estadual de 2012, só desgraceira continuada.
Hoje sabemos que João Zunino decidira largar o cargo e tinha apenas dois anos para oxigenar as finanças do clube. Em outras palavras, preparar o Avaí para devolver os milhões que lhe devia sem abrir falência. As contratações cessaram, o futebol desandou e Nilton Macedo assumiu o que chamou de "legado inestimável", apresentada na mini auditoria de março de 2014.
Para não escangalhar o orçamento dessa temporada, hoje a direção avaiana deixa transparecer que objetivo de 2015 é manter o saneamento iniciado no primeiro dia da posse. Ao torcedor pode parecer insanidade, aos dirigentes, questão de honra, não sei se há um bom meio termo, mas também não há como afirmar que um dos lados esteja errado. Como diria o evasivo Roberto Alves, é isso aí.

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