Um gato acuado na zona perigosa

|
Ainda que o mascote seja o rei das selvas, está longe o dia do Avaí ser encarado como um grande do futebol. Todo o formato é voltado justamente para que o bolo orçamentário não sofra alterações, o que atingiria em cheio os interesses dos tubarões de outros centros esportivos nacionais.
Aos "intrusos" na série A, sete ou oito sparrings, resta serem mais criativos e errarem menos que seus primos ricos. E é justamente isso que o Avaí não está fazendo no campeonato, tornando-se apenas mais um abobado no circo de entretenimento criado e mantido pela desorganizada CBF.
Seja por falta de planejamento, limitações financeiras, desconhecimento do mercado da bola, incompetência nas contratações, omissão de atitudes nos bastidores, enfim, o fato é que há um leque de opções para direcionarmos a bazuca da responsabilidade pela situação que o Avaí vive.
O que o torcedor mais temia aconteceu, o time deu entrada na zona de rebaixamento, e isso sem ter "bala na agulha" para ir ali buscar as soluções para o elenco. Soluções que não são pontuais, muito pelo contrário, já que tirando Nino Paraíba, Camacho e Léo Gamalho, o que resta hoje são problemas do tipo B. Voltamos (ou não saímos) para o modelo ISO 9001 de gestão do futebol. Foto Google

Um comentário:

Paulo Cardoso disse...

Na minha opinião isso é síndrome de derrotado. É igual câncer, se você acha que não vencerá você já morreu.
Os jogadores estão colocando na cabeça que não podem e essa é a M...Olha pro Luciano do Corinthians, "tá homi ruim" mas ele colocou na cabeça que é bom.
Cara! Futebol é ousadia, força e auto estima.

Vai pra cima deles LEÃO.

Postar um comentário