Avaí, de primeira

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Coletiva pós-jogo de Gilson Kleina - "Culturalmente, a gente sabe que quando os resultados não vem, a pressão aumenta. Eu preciso dar o retorno para a diretoria não ser pressionada. Vou fazer de tudo para o time reagir. Vamos trabalhar, recuperar os profissionais e ver o Goiás. E quando tem um investimento menor, tem que esperar. A diretoria está ciente disso. Agora é hora de superação, de foco, trabalho, de falar menos, e a crítica agora é muito maior. Mas a gente está aqui no dia a dia. Pedir ao torcedor para apoiar, para que a gente possa sair vitorioso."
Atuação em campo - "Na verdade, a proposta era que marcássemos baixo mesmo e pudéssemos encaixar uma bola na transição e encher um pouquinho mais o meio-campo. As ações ofensivas do adversário passam muito pela movimentação dos atacantes vindo por dentro, e o Pratto faz bem isso. Mas infelizmente em bola parada e em uma bola atravessada tomamos o gol. Teve a situação da lesão. A equipe equilibrou, teve algumas situações."
Proposta do Avaí - "A gente tinha feito a estratégia para uma situação. Mas infelizmente a gente perdeu dois jogadores no final do último treino. A proposta era marcar baixo, mas tivemos que mudar por isso. Acho que erramos muito no primeiro tempo, tomamos o gol. Era uma situação cantada. Todo mundo sabe que o Leonardo Silva faz muitos gols naquele tipo de jogada."
Três zagueiros - "A gente sabia que o Gamalho ia ficar isolado. A gente tentou preencher o meio-campo e tentamos liberar o Nino no lado do campo. A gente colocou a bola no chão e conseguiu desgastar eles. A opção era para ser mais defensivo. Pela liderança, pela arbitragem."
Lesão do Jéci - "A gente perdeu o Anderson Lopes. Agora o Everton Silva. A gente tenta administrar, buscar soluções, blindar esses jogadores, pedir o apoio do jogadores."
Léo Gamalho - "Ia depender da estratégia. A gente precisa prender os dois zagueiros e preencher o meio-campo. O Roberto a gente está colocando. Ele foi fazer um exercício e sentiu a coxa. Não posso colocar aqui e perder o jogador contra o Goiás, que é um jogo direto."
Contratações - "A gente nunca pediu o Diones. É um nome que a gente monitorou. A gente precisa trazer jogador na situação do Gamalho, do Camacho. Se for assim, vai ser bem-vindo. Senão, a gente tem que trabalhar com os jogadores aqui."
Marquinhos - "A gente está administrando . Ficou para isso. Vai fazer reforço no joelho. A gente não esperava a lesão do Camacho. Foi uma perda. Vamos ver como vai ser com o Marquinhos. Vamos perder o Jéci por algum tempo. O Anderson Lopes também. Vamos ver a situação do Roberto. É muita situação. Tem que ver com o DM." Via Globo Esporte

2 comentários:

Pablo Antony disse...

Continuo achando o Avaí um time sem esquema de jogo. O técnico está dando seguidos sinais de perda de controle da equipe, de falta de convicção!
Ontem, mais uma vez, mesmo com 3 zagueiros, tomamos 2 gols por falhas da zaga.
Como pode um time com 3 zagueiros no primeiro gol dar tanto espaço para um jogador dentro de sua área numa bola levantada? Simples, estava muito mal posicionada!
Como pode um time com 3 zagueiros tomar um gol de escanteio onde quem fez sequer pulou para meter a cabeça na bola? De novo falha! E o Jeci em? Pelamor meu filho! Desiste, te aposenta!
Em resumo, acho que o Avaí precisa de um fato novo. Troca de comissão técnica, seja lá o que for, pois neste marasmo e falta de sangue, vai cair, e digo mais, brigando pela última posição!

Vamos mexer porrax! Ainda dá tempo! O que deu certo, já foi, não dá mais! Troca!

Abraço,

Pablo.

Unknown disse...

Concordo. No segundo tempo melhorou. Povoou o meio de campo, zaga melhorou com saída do Jeci. Foi proverbial. Porque não iniciou assim? 4-4-2. Não dá mais prá inventar. Acho q contra o Goiás é a última chance do treinador. Abcos. Vadico

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