Marquinhos, lesão e renovação contratual

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Como foi ficar fora do clássico?
Eu não tenho condições de fazer dois jogos. Estava planejado, mas quando chega perto do jogo, você quer ir. Meu joelho estava muito inchado. Descanso segunda e terça, quarta faço a musculação, quinta e sexta treino e sábado o apronto. Mas depois dos jogos sinto dor, fico mancando. Mas claro que pensei, falei pro Funchal que o planejamento pode ter uma exceção, mas não tinha condições.
Seu contrato termina em maio, houve uma procura para renovação?
A gente não conversou nada, o presidente falou que a gente ia sentar para conversar, ver o período parado. Eu quero jogar até 2017, mas no Avaí ou não, eu não sei. A minha vontade é não sair mais, mas no futebol a gente não é dono de tudo. Vamos sentar para conversar, já saiu da minha boca que eu quero ficar. Eu posso determinar quanto tempo vou parar. 
Isso te preocupa?
Preocupa, claro, mas se eu estou jogando, amanhã pode estoura. Pode de uma hora para outra machucar. O jogador machucado é um valor, jogando é outro. E eu não jogo de graça.
Teu desejo é renovar até o final de 2017?
Isso, seria mais um ano e meio. Eu vou ficar seis meses parado, seria mais ou menos isso.
Pelo esforço, você acha que o reconhecimento viria agora?
Eu acredito que ele vai me chamar. Eu quero para ontem, que a gente assine. Um valor na Série A, outro na Série B, eu entendo. Meu atual contrato foi assim.
A cirurgia te demanda quanto tempo de recuperação?
Quando abrir, a gente vai saber o que restou ali, mas eu acredito que deva ser ligamento. Aí serão de quatro a seis meses. E eu só estou fazendo isso porque é o Avaí, se fosse outro, teria operado. Eu jogo porque o time precisa de mim e porque eu ainda consigo ajudar, mesmo com uma perna só. Mas eu sei o que eu represento para o clube a importância que eu tenho. 
O que o doutor Funchal te passou da parte de recuperação da cirurgia?
A gente conversou e vai abrir para ver. Cartilagem não tem, é osso com osso. Vamos avaliar, ver o ligamento. A princípio, deve estar parcialmente rompido. Funchal fala que teria que jogar 60, 70min.
O médico deu garantia que é possível jogar até fim do ano no esquema fim de semana?
É relativo, estou sujeito a lesão. Todo jogo que eu entro, entro para fazer o meu último jogo, não sei se terá próximo jogo. Tem o bônus e o ônus, vou lidando com isso. É o preço que a gente paga, pode ser meu último jogo o próximo e vou até onde der. Entrevista editada via Globo Esporte - Foto Mafalda Press

Um comentário:

Guilherme disse...

Marquinhos tu és o cara!
Muito obrigado por existir!
Muito obrigado por ser catarinense!
Muito obrigado por jogar futebol!
Muito obrigado por ser avaiano!
Muito obrigado pelas coisas que faz pelo Avaí!
Muito obrigado por ser meu ídolo!

Guilherme Santos

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