A informação é líquida

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Foi o sociólogo polonês Zygmunt Bauman que lançou a ideia de uma “modernidade líquida”, onde quase tudo é para consumo rápido, nada é feito para durar e tampouco é sólido. Embora o intelectual trate dos relacionamentos interpessoais, facilmente podemos inserir essa linha de raciocínio em qualquer área desejada, como nos meios de comunicação, por exemplo.
Caímos no disse-que-me-disse de ontem sobre a escalação de Marquinhos diante do Cruzeiro. O protagonista midiático nesse caso foi a RBS, que às 10h31 de ontem cravou o veto do galego por meio do Twitter da CBN Diário. Poucas horas depois, precisamente às 13h43, o repórter Fabiano Linhares, também via Twitter, trazia que Marquinhos estava à disposição de Kleina.
Bom, até segunda ordem o Capitão do Avaí deve mesmo ir para o confronto, mas provavelmente ocupando o banco de reservas. Mas nada é certo, tudo pode mudar, haja vista que a aparentemente a missão do jornalismo deixou de ser informar com precisão, para informar primeiro. Custe o que custar, pois como diria Bauman, esse é um mundo de incertezas, cada um por si. Foto Cristiano Estrela

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