Avaí, de primeira

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Quatro pessoas responsabilizadas pela morte de João Grah - Dois adultos e dois adolescentes foram responsabilizados pela morte do torcedor do Avaí João Grah, atingido por uma pedrada quando voltava de um jogo do time em Curitiba, em setembro do ano passado. A Polícia Civil informou nesta quarta-feira, em nota, que indiciou os maiores de idade e apontou prática de ato infracional dos outros dois. O inquérito foi remetido ao Fórum de Balneário Camboriú, cidade em que ocorreu o crime, e deve chegar ao Ministério Público nos próximos dias.
Caberá ao MP analisar se oferece denúncia ou se toma alguma outra medida a partir do momento em que receber o inquérito. Ainda não há prazo para que isto ocorra. As identidades dos adultos incriminados não foram divulgadas pela polícia. O delegado Osnei Valdir de Oliveira, responsável pelo caso, mantém a decisão de não se manifestar a respeito.
Então com 27 anos, João Grah foi atingido por uma pedra quando voltava de um jogo do Avaí em Curitiba. O micro-ônibus em que a vítima estava foi alvo de pedras arremessadas quando trafegava sob o viaduto de acesso à rodovia Interpraias, na altura do km 136 da BR-101, entre Balneário Camboriú e Itapema. Imagens da câmera de monitoramento (veja aqui) da rodovia mostraram um grupo de pessoas que atiraram pedras do viaduto.
Idas e vindas sobre a entrega do inquérito - Os bastidores sobre a entrega do inquérito foram tornados públicos. Na terça-feira, a assessoria de imprensa da Polícia Civil confirmou à reportagem que o inquérito havia sido remetido na segunda-feira à Justiça de Balneário Camboriú. Sobre o encaminhamento dado ao caso, a assessoria da 1ª Vara Criminal e da Promotoria de Justiça da cidade informou ainda na terça que o inquérito havia retornado à polícia para novas diligências.
Nesta quarta, porém, a assessoria de imprensa do Ministério Público de Santa Catarina, que foi procurada antes, mas não havia se manifestado a respeito, contatou a reportagem para dizer que o inquérito só chegou nesta quarta mesmo ao Fórum de Balneário Camboriú. Ainda conforme a assessoria, o pedido de diligências por parte do Ministério Público ocorreu anteriormente e não se refere ao estágio atual do caso. via Diário Catarinense

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