Ciranda de técnicos, não no Avaí

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O Avaí vinha muito mal no Brasileirão, numa sequência terrível de resultados negativos. Para piorar a situação, até poucas rodadas atrás, o torcedor não sabia recitar os 11 titulares da equipe. Minto, sequer o time base. Como é tradição no futebol brasileiro, e desta feita com uma boa dose de razão, a culpa pesou no ombros de Gilson Kleina, que chegou a colocar o cargo à disposição.
Não se sabe o percentual de responsabilidade do presidente Nilton Macedo na decisão de manter o técnico na folha de pagamento do Leão da Ilha. De qualquer maneira, acredito que o presidente do Avaí acertou na decisão. Não bastasse a qualidade limitada do elenco e as opções sofríveis de "professores" no mercado, por enquanto o recado ao plantel tem surtido bons resultados.
Se é com Gilson Kleina que esse barco irá até o fim do campeonato, as responsabilidades passaram a ser divididas entre todos. Se havia má vontade, alguma réstia de motim alinhavado, enfim, toda essa palhaçada que fez naufragar a nau azurra em anos anteriores, parece que tudo isso virou pó.
Com a estabilidade de comando restabelecida, restou à rapaziada bem remunerada pensar apenas na luta pela permanência na série A. De quebra e para nosso orgulho, além do Avaí, apenas Corinthians e Atlético-MG continuam com os mesmos treinadores desde o início da competição. Dessa ciranda de trocas de comando, Nilton livrou o clube. Já é alguma coisa.

2 comentários:

guilherme disse...

Ressaltando ainda a campanha ferrenha (em prol da queda do Kleina)de um comentarista baixinho da rede zelotes de comunicação

George disse...

Bem lembrado, Guilherme.

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