Missão complicada em Chapecó

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Quem escreve sobre o Avaí deve ter ficado pensativo, meio perdidão, com aquela cara de bunda por alguns segundos antes de dedilhar alguma coisa que fizesse sentido para o confronto de hoje. Não sei os jornalistas e outros blogueiros, mas esse escriba não tem a menor ideia de como a equipe de Gilson Kleina se comportará no Estádio da Prefeitura de Chapecó.
O Avaí vem de uma derrota dentro de casa para o Palmeiras e a Chape de uma belíssima vitória sobre o Grêmio em Porto Alegre. Sim, durante a semana perdeu para o River Plate pelas quartas da Sul-Americana, mas aí é outro campeonato. Felizmente a indiarada teve problemas de transporte, fizeram Fpolis-Chapecó de ônibus na sexta, e chegaram moídos no Oeste catarinense.
Ao Avaí, como tem sido rotina desde a primeira rodada, empatar pode não ser um bom negócio. Em caso de bons resultados de Coritiba e Goiás, há o sério risco de voltar para a zona de rebaixamento, de onde muitos desconfiam que o Leão não sairia mais. O objetivo é chegar na Capital com três pontos somados na tabela, aliviando as tensões dessa reta final. Confiança pouca, mas fé demais.

Um comentário:

Unknown disse...

Olá. É difícil, A Chapecoense, não "Chape" como querem alguns, armou estratégia correta desde a sete B, jogadores não acomodados mas cobrados pela oportunidade de estarem lá e aparecer na mídia, entonces, time técnico, aguerrido re enjoado. Agora, dois médios volantes mais o Camacho, com a voluntariedade do Everson Silva, vai complicar, pq. Não põe o Tinga ou Rudinei, são mais técnicos e compõem melhor. Tô falando antes prá não passar por bombeiro de fogo apagado. Abraços. Vadico

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