O Avaí grotesco de Kleina

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O aniversário de dois anos de uma linda molequinha me impediu acompanhar outra apresentação patética do Avaí, dessa vez contra o mistão do Palmeiras. Estava muito frio em Rancho Queimado, o local da festinha, mas certamente não tão gelado quanto esse time que namora seriamente com o projeto série B 2016. Não acompanhar o Avaí ultimamente faz bem à saúde mental do povão.
De tudo que li após a partida, nada foi mais constrangedor e emblemático que a declaração de Gilson Kleina admitindo que o erro do Avaí "está nas falhas grotescas que não tínhamos. Contra o Sport foi erro de comunicação, aqui também". Ou seja, já não há trocas verbais construtivas entre treinador e elenco, os envolvidos não se entendem e o destino está sendo traçado.
Quem não se comunica, se trumbica já dizia o velho Guerreiro Chacrinha. Mas a essas alturas do campeonato falar de "guerreiro" soa um tanto quanto surreal. O Avaí não precisa de guerreiros oportunistas, mas de homens de gestão e profissionais do futebol jogado. Que se pague o que é devido (salários), que o plantel responda em campo e o técnico, se a culpa não é dele, que dê voadeira no vestiário e nas salas administrativas para acabar com toda essa palhaçada.

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