Avaí, aquele que não é bem amado

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Um primeiro tempo ridículo e um segundo tempo meia-boca que serviu apenas para mostrar que "as substituições deram resultado", é o resumo express da derrota do Avaí para o Atlético Paranaense. Mas como vem acontecendo seguidamente, os adversários da rabeira teimam em perseguir a queda para a segundona e o Avaí saiu da 34ª rodada ainda fora da zona de rebaixamento.
Nenhuma atitude da diretoria, comissão técnica e elenco em relação ao buraco em que estão enfiados há sete longas rodadas. O que não é nenhuma novidade em um clube que não possui metas claras, planejamento coordenado e homens que arregacem as mangas nos momentos de crise.
Fora o silêncio, o torcedor sabe que pode contar com alguma surpresa negativa vinda de algum canto. Essa sempre vem e da maneira mais surpreendente possível. E veio, por intermédio de uma crise conjugal entre a 1ª dama e o presidente Nilton Macedo, constrangedoramente exposta numa rede social e que chegou aos meios de comunicação da cidade, do Estado e do Brasil.
Mas se reclamamos que os dirigentes não respeitam prazos, pelo menos agora temos alguma coisa parecida com isso: até o fim do ano o mandatário eleito tem sua data limite para "deixar suas funções no clube, porque sei o que é melhor para o Amado e ai dele se não me escutar. E tenho dito. Assunto Encerrado. Setenciado. Sem direito a embargos de declaração". O que dizer, caro leitor?

4 comentários:

Rosilda Rita disse...

É o amooooorrrrr

Rosilda Rita disse...

Vamos ver quem ele ama mais: o AVAÍ ou a esposa.

Sérgio disse...

E quem acabou dando a porrada na mesa foi a mulher... Mais uma vergonha.

Sergio Nativo disse...

Niltão na administração do Avai esta quem nem biruta de aeroporto e os jogadores em campo estão estão mais enrolados que namoro de cobras.Se liguem porque o vasco não cai.

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