Avaí, de primeira

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Coletiva pós-jogo de Raul Cabral - "Fizemos um jogo consistente contra uma equipe forte. Analisamos a Ponte e eles brigavam pela Libertadores. Tínhamos que ser intensos o tempo inteiro para conseguir o resultado e foi o que aconteceu."
Escolhas e alterações - "A saída do Eduardo Neto foi para mudar o estilo. Ele não estava em um bom momento, mas precisávamos de força. Tinga aproximou do Renan Oliveira e conseguiu fazer o que tínhamos treinado. No time titular queria força com Anderson e Everton Silva para explorar as laterais. O Léo Gamalho eu queria uma referência mais móvel para apertar a saída e por isso optei."
Administrar o vestiário - "Quando tens um grupo comprometido, fica mais fácil. O clube tem problemas, mas precisam ser superados. Ontem houve uma situação com funcionários, que me procuraram para dar força aos jogadores. Combinamos de fazer um café com os atletas e funcionários. Muitas pessoas dependem do Avaí e quem os representa são os que entram em campo."
Jogo mais difícil como treinador - "Acho que foi o jogo mais difícil. Esses jogos são finais, o jogo contra o Joinville foi de tensão. Entendemos a torcida pela falta de paciência, mas precisamos de serenidade. Era preciso estar centrado e fizemos o que treinamos."
Elenco inteiro à disposição - "Temos um grupo grande e competição interna. Os jogadores têm respeitado isso e tentamos escalar da melhor maneira possível. Nossa ideia é dentro de uma estratégia tentar chegar ao melhor para a equipe, pensando o melhor para o Avaí." via Globo Esporte

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