Por um copo de água no deserto

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A situação do Avaí é preocupante, disso estamos todos carecas de saber, e o cenário que se vislumbra para a última e decisiva rodada do Campeonato Brasileiro não está exatamente azul para o Leão da Ilha. Nada muito diferente do que acompanhamos nos últimos anos, mas agora com um detalhe significativamente diferenciado: os jogadores não são o Judas da vez.
Se o time é fraco e o elenco pouco qualificado, a culpa é de quem contrata. Nisso o Departamento de Futebol deu um banho, se esmerou na arte de fazer quase tudo errado. Não acompanhei a série B, mas com esse grupo acredito que o Avaí terminaria a competição entre o 5° e 8° lugares. E olhe lá.
Se é verdade que o elenco derrubou Gilson Kleina, já é motivo de serem elogiados. Mantido o mesmo aproveitamento de 34% do antecessor de Raul Cabral e hoje o Avaí estaria com parcos 38 pontos. Possibilidades de acesso tendendo ao zero, com o torcedor desmobilizado e sem forças sequer para ligar a TV na partida melancólica que certamente aconteceria no Itaquerão.
Mas o Avaí ainda respira e acreditamos que aqueles que envergarem o manto azurra nesse domingo, o farão como quem briga por um copo de água no deserto. Chamaram a responsabilidade para si, abraçaram o técnico iniciante e dependem do "fico" para receberem os dois meses de salários pendentes. Além de dezembro e 13°, obviamente. Foto Jamira Furlani AFC

Um comentário:

Unknown disse...

Vamu confia, pode acontece milagri né o istepo.

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