Reestruturação pra deixar de boca aberta

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Já nos acostumados com a gestão de continuidade de Nilton Macedo, iniciada há dois anos e que se esmera em aproveitar só o que não prestou de seu antecessor, então a coletiva de ontem não trouxe nenhuma novidade para o torcedor avaiano. Basicamente, o modelo falido continua intacto.
A demissão de Chico Lins e Carlos Arini e manutenção do "barato" Raul Cabral no comando técnico, eram pedras mais do que cantadas. A renúncia do presidente e sua comitiva, como adiantado aqui, não era uma atitude esperada, seja pela falta de humildade, incapacidade de autorevolução pessoal ou preservação de sua vida privada. Em 2016 teremos as mesmas diretrizes na Ressacada.
O processo de apequenamento do clube, como há anos denunciado nesse espaço, se fez presente também nesta prestação de contas à imprensa. Bisonhamente, e num dos momentos mais críticos do clube, boa parte do tempo foi utilizada para falar da qualidade dos pasteis nos bares, no prejuízo causado pelos "cubas piratas", e a culpabilidade das chuvas no estado precário do gramado.
Eduardo Uram deixa de ser o patrono master do elenco azurra, Evando pode ter um cargo no auxiliar e Eduardo Costa, pasme, corre o risco de assumir a Gerência de de Futebol do clube. Depois dos equívocos "apaixonados" cometidos com os retornos de Emerson, Rudnei e William, a direção comprova sua inaptidão para aprender com os erros. É ou não é de se ficar de boca aberta?

2 comentários:

Sérgio disse...

Esse presidente além de burro é doido, só pode. Antes achava que era só incompetência, mas vejo que é burrice mesmo, e das brabas.

Luiz Augusto da Costa disse...

É, parece que mudanças, pelo menos as que são urgentes no clube, só pra 2018.
Quando o amado terminar seu rol de lambanças.
Byghal.

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