A urgência de se controlar o caos

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O gramado da Ressacada está sem condições de jogo e por essa razão o Avaí terá que estrear na Primeira Liga no estádio da Prefeitura de Chapecó, diante do Grêmio. Mas é um caos controlado, já que foi necessária a sua "destruição" para que voltasse a figurar entre os melhores do Brasil.
O mesmo não se pode dizer das intenções de "reforma" pensadas por Nilton Macedo para tirar o clube do buraco onde a sua incapacidade administrativa acabou por joga-lo. Esse post foi redigido perto das 7h de hoje, portanto sem conhecer o conteúdo da coletiva desta manhã, então só espero que a solução apresentada tenha passado longe da continuidade do Amado na presidência do Avaí.
Também não faz sentido que algum membro dessa diretoria, seja lá quem for, assuma o bastão da retomada do respeito do clube junto ao mercado do futebol e principalmente aos torcedores. Talvez fosse o caso de ressuscitar a promessa de campanha jamais colocada em prática, aquela que se refere à implantação de um Conselho Gestor, formado por profissionais específicos de cada área.
O fato é que após dois anos desastrosos como dirigente do Avaí, Nilton Macedo e seus muitos assessores carecem de credibilidade gerencial. São dívidas que se acumulam, retorno das greves de funcionários, cinco meses de atrasos salariais, Leônibus parado por falta de diesel, e tudo isso assistido de camarote pelo lendário Conselho Deliberativo. Não dá mais.

4 comentários:

Unknown disse...

Venderam terreno pra pagar dívidas, patrimônio dissolvendo.

Rafael disse...

Triste, lamentável, deprimente, mas absolutamente previsível. Na verdade até que demorou. E demorou porque o antecessor colocava dinheiro do bolso. Caso contrário esse caos já teria acontecido em 2004, 2005. Até porque de gestão mesmo, vamos combinar, sabem menos do que aquele comentarista sabe de futebol. Aquele, que é assessor de imprensa extraoficial do presidente.

Paulo disse...

Tem um assessor que fala mais de samba que do Avaí!!!

Mauro Pinheiro disse...

Nome aos bois para os simples mortais (torcedores), também saberem.

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