Empate ruim, empate muito bom

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Via de regra, jogando "dentro de casa", dificilmente um empate poderá ser considerado um bom resultado, até os intitulados "com gostinho de vitória". Entretanto o torcedor avaiano vai ter que se acostumar com a ideia que a primeira meta de 2016 é não cair nas competições que o time disputará. Até mesmo na Copa Sul-Minas-Rio, onde a queda seria apenas emocional, digamos assim.
Enfrentando o maremoto de uma péssima gestão administrativa, Raul Cabral teve que driblar a ausência de três titulares por falta de inscrição no BID, entrar em campo com um time que nunca treinou junto e recheado de garotos oriundos da base, diante dos 2.700 torcedores gremistas e ainda a pressão psicológica de saber que do outro lado havia um adversário reserva.
Difícil analisar a capacidade técnica de qualquer jogador em 90min, então fico apenas no goleiro Renan, que perdeu o tempo de bola no primeiro gol tricolor, mas demonstrou competência ao longo do jogo e foi o um dos grandes responsáveis pelo ponto que não se perdeu em Chapecó. Defendeu o pênalti que seria o terceiro do Grêmio e com isso "dopou" a gurizada azurra para buscar o empate. Noves fora, o mais importante é que a temida desgraça não veio. Foto Marcio Cunha / Mafalda Press

2 comentários:

Sergio Nativo disse...

Jogando dentro de casa? Que isso companheiro?! Chapecó pode ser "dentro de casa" para o Grêmio, não para o Avai. Por tudo que tem acontecido no Avai nesses últimos anos e pela estrutura que o Grêmio tem, é sim um grande resultado. Porque não enaltecer o feito da gurizada? Tas dando uma de coveiro igual ao Miguel Livramento que só vê coisa ruim no Avai? Vamos criticar sim, mas temos saber elogiar as coisa boas. Mesmo que sejam efêmeras, são mais que necessário para reerguer o clube que passa por momentos difícil como qualquer clube do mundo. Temos que acabar com essa mentalidade brizolista do quanto pior melhor. Hora dessas alas do clube deixarem de picuinha e pensar mais no Avai ou em breve, muito breve seremos o Ameriquinha de Santa Catarina.

Gerson Santos disse...

SÉRGIO, sugiro a releitura do texto, começando pelo seu título. Abs

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