As impressões de Raul Cabral

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"Diego Jardel - Como eu tinha falado, a gente fez algumas adequações, mas não mexeu muito, a ideia era dar mais liberdade ao meia (o camisa 10), que não conseguiu pisar na área contra o Criciúma, e tivemos dificuldade. Hoje o (Diego) Jardel finalizou umas quatro bolas, deu assistência, e acho que criou um pouco mais. Então temos que procurar dentro da formatação de elenco, buscar o que tem de melhor, no encaixe de peças. As vezes sai um jogador que está bem, mas não está encaixado dentro do que a gente pensa para o jogo. 
Estreia de Rafinha - O Rafa é um jogador extremamente dinâmico,  um volante que faz diversas funções pela qualidade, pode ser primeiro volante, jogar de segundo, até como terceiro homem de meio, como meia. No Fluminense chegou até a jogar aberto como ponta. Dentro do que pedimos, ele fez bem, deu posse de bola para a equipe e mais pressão na marcação no meio de campo.
Toshi - Entrou bem. Foram poucos minutos, foi pouco tempo, mas a situação dele é parecida com a dos outros meninos. É um atleta que não jogou, não tem sequência, que temos que soltar aos poucos, tem que saber o momento. Não adianta botar na fogueira, ele não está no pais dele, tem a questão de adaptação ao modelo de jogo, se a gente bota a vai mal, acaba queimando, então vamos soltar ao poucos. Temos outras peças de fora, de qualidade: o Yuri que não jogou ainda, é um baita jogador, tem jogadores fora até do banco, caso do Wilker, que conheço da base, foi artilheiro E não teve oportunidade ano passado, mas vem treinando bem. Tem o Lucas Fernandes, atletas que temos que ter paciência. A pressão é menor ganhando de 3 a 0, ele (Toshi) entrou bem. 
Novamente sem a Ressacada - Não é uma situação de escolha, a gente sabe que a torcida trabalha junto, quer estar junto, e acho que se for em Tubarão, como estão falando, creio que ela (torcida) vai também, se for aqui (Palhoça) vai estar, e na Ressacada, claro que também. 
Padrão de jogo - Se for olhar o padrão de movimentação é mesmo dos outros jogos, a mudança foi o meia na beirada. Nos outros jogos foram três atacantes. A questão do João Filipe e Rafinha (juntos) era uma questão de mais experiência, para não ficar jogando a garotada no fogo o tempo inteiro. Depois, quando a equipe engrenou, ficou mais solta, ai colocamos o Caio (César), ele foi muito bem, e mantivemos o padrão. O sistema pode varias, temos duas ou três variações, eles precisam se adaptar e estão se adaptando aos poucos." via Globo Esporte

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