Cuidado com os nomes destroncados

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Desde o final do ano passado o torcedor não alimenta a falsa esperança da conquista do título Estadual de 2016. Acidentes acontecem, todo mundo sabe que "esse Avaí faz coisa", mas tal meta está sendo tratada assim mesmo, nos limites dos imponderáveis sobrenaturais do futebol.
Desta forma, Raul Cabral está trabalhando com tranquilidade, sabendo que ninguém nesse mundo lhe exige qualquer coisa parecida com um título, mas tão somente uma boa participação na competição, seguida do encaixe da equipe com vistas à série B. Trocando em miúdos, o técnico do Avaí está mais feliz que pinto no lixo com a liberdade que lhe bate às portas todos os dias.
O adversário de hoje é o Brusque que, vamos e venhamos, não é nenhum bicho-papão do Delfinzão. Entretanto, como bem estamos curtidos, aí é que mora o perigo. Ainda mais com jogadores de nomes destroncados como Pedalada e Potita, típicos algozes do Leão da Ilha nos últimos minutos de partida. Essa é uma tradição que remonta à 1923, então todo cuidado com esses caras é pouco.

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