A campanha ouro de tolo

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Que você, prezado leitor, não se sinta constrangido em ter sonhado com um bom campeonato catarinense para o Avaí e até mesmo com a conquista do 17° caneco estadual. O primeiro turno deu margem a esse delírio passional, haja vista que ninguém poderia imaginar que um time sub-23 mesclado com meia dúzia de indesejados em outros clubes poderia amealhar a vice-liderança.
Foi o chamado ouro de tolo, que na natureza é a pirita (dissulfeto de ferro), que tem aparência de ouro, mas cujo valor real está muito distante do metal precioso. Todos se enganaram porque a fantasia do sucesso é mais atraente que o fracasso que estava desenhado desde janeiro.
Enquanto o Avaí luta pelo terceiro ano consecutivo contra o fantasma do rebaixamento, já tem que se preocupar com o início da série B, coisa de um mês e meio para encontrar pelo menos um time. Querer um elenco consistente, isso já seria pedir demais, então só resta ao artistas circenses da diretoria e Departamento de Futebol, equilibrar os pratos da desorganização.

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