Tirando esqueletos do armário

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Se o Avaí estivesse bem, certamente não se estaria tirando "esqueletos do armário" como a imprensa e torcedores fazem agora. Isso, infelizmente, é normal, daí o sucesso da máxima que futebol é resultado. É apaixonante, é bonito de se ver, mas é amadoramente dependente do resultado.
O Diretor de Futebol Marcelo Gonçalves sabe disso e apesar dos muitos cursos de especialização em seu currículo, não conhece uma alternativa mais profissional. Com essa limitação técnica, recorre ao lugar-comum de condicionar a permanência de Raul Cabral aos... resultados em campo, claro.
Fazendo um corte brusco no texto, lembro que à exceção de dois meses no final do ano passado, e com um valor ridículo, o Avaí completará em junho três anos sem patrocínio master em sua camisa. Não é crise econômica, é crise de confiança na MARCA Avaí, reflexo imediato de um modelo de gestão ineficiente e descolado do conhecimento do planeta futebol. O problema não está dentro do campo.

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