A coletiva pós-jogo de Silas

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"É, na verdade sempre que viemos aqui, mesmo quando estamos em momento diferente, ganhando tudo, aqui nunca é fácil, o jogo é truncado, ele é cumprido, mas é estreito. O jogo em si, não foi um jogo que o Brusque foi superior a gente, foi um jogo batalhado e brigado, o segundo tempo começou com chuva, e dificultou quem quisesse jogar futebol. O Brusque teve três rebotes no primeiro tempo em que nós dormimos e sofremos o gol. Não tivemos muitas oportunidades não. Tivemos poucas situações, não dá para saber se foi pênalti ou não."
O que foi detectado - "Acho que precisamos tirar essa a pressão de sete jogos sem vencer, é comum em time com gente experiente, imagina num time com meninos novos. Eles não deixaram de batalhar, de cumprir o que pedimos taticamente. Às vezes em um momento desse o jogador desarruma. Tomamos o gol, não desestabilizamos e é isso. O tempo está remando contra a gente, mas a gente não tem o outro caminho, temos que trabalhar e encarar o clássico para tirar conclusões de algumas mudanças que podemos fazer."
As conclusões positivas - "Parece até um contrassenso, mas é mais no sentido de jogador que atuou em outra posição, que gostamos, que pode voltar de repente, para atuar em outro setor. É nesse sentido de mudar dentro do time, uma peça e outra para ter um resultado melhor para ter mais uma equipe ofensiva, que foi o ponto forte no primeiro turno."
Alterações do segundo tempo - "Gostei sim lógico que quando você tem que montar o ataque, você pensar no jogador rápido. O Diego Jardel foi bem, quando você pensa no Lucas Fernandes, ele faz o drible joga na ponta. Por características e por produtividades, vamos analisar o time."
O lance do gol - "Eu não vi tudo isso, pois da posição que eu estava não vi. Vi que foi um rebote e o rapaz chegou chutando, ela resvalou e entrou. Isso acontece, é parte. Quando você faz as coisas certas, ela muda a seu favor. É o que tenho falado para eles, está todo mundo fazendo a mesma coisa, é fazer bem e mais tempo durante o jogo. Depois tem o lado individual, que é um drible e falta que você acha um gol. Vamos ter uma semana mais delicada agora, mas não tem varinha mágica e receita pronta. É um grupo de muito potencial, pois é um grupo que tem potencial, o trabalho do treinador é não deixar que eles se sintam menos do que na realidade são."
Quantos reforços são necessários? - "Estamos falando sim, mas isso é um assunto interno, pois os jogadores que vocês citam o nome, o mercado inflaciona. Tem muita gente atrás do jogador e é preciso ajustar tudo de forma sigilosa. Se falar qualquer nome agora pode atrapalhar quem está aqui. É o momento de ter cautela e prudência para não piorar o que está difícil no momento."
O grupo é esse até o final do Catarinense? - "Se acontecer, seria pensando na Série B. Mas isso é lógico, temos a manhã o dia todo para sentar e caminhar na direção da questão das contratações." Entrevista de Silas via Globo Esporte

Um comentário:

Aloísio Campeche Silveira disse...

Muitos falam "sai zica" (com C mesmo), não, não me refiro ao mosquito (zika), e sim da situação crítica atual do Avaí.

"Impossível" entender essa situação vivida neste 2º turno (ou não!), talvez seja difícil é explicar o que aconteceu no 1º.

Creio que deu sorte no 1º, aproveitou as falhas dos adversários em formação, no 2º então, a "ficha caiu", foi só perder na reabertura do turno para perceberem que "não eram aquilo tudo", NÃO MESMO!

Silas deve ser louco para aceitar encarar esse "timinho" que veste as cores do Avaí F.C., esse bando de garotos assustados, que parece, já entram em campo na esperança de perder por pouco. E é chegada a hora fatal "O CLÁSSICO", se perder de pouco vão sair de boa, se perder de muito (já era o esperado, vergonha extrema), se empatarem vão achar-se o máximo, se ganharem então..."MILAGRE!" talvez seja o começo para sair da crise.

Mas sair sem ajuda desse buraco aonde se enfiou o Leão, vai ser muito difícil, reforços, reforços já imediatamente, urgente. Espalha essa gurizada por todo o estado, até de graça se for preciso, é provavelmente a única forma de tentar salvar algum deles para o futebol, buscar experiência em clubes menores, campeonatos menores, adversários menores...

Só queria saber qual a mágica que essa "competentíssima diretoria" vai fazer para contratar algum jogador que valha à pena, aliás "muitos jogadores que possam valer o contrato.

A "zica", como falei no início, atende também pelo nome de INCOMPETÊNCIA!

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