Nem Mourinho, nem Guardiola

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E nem Silas e muito menos Raul Cabral. Exceção feita ao presidente do clube, seu vice e o Departamento de Futebol, todos sabiam que o problema do Avaí não era técnico. A derrota de ontem por 1x0 para o Brusque, a sexta consecutiva no returno do Campeonato catarinense, deixa escancarada a incompetência dos cartolas da Ressacada em captar recursos, fidelizar o torcedor, equalizar os problemas financeiros e gerenciar um clube de futebol profissional.
A realidade continua sendo que o Avaí luta contra o rebaixamento, isso pelo terceiro ano consecutivo, o que permite ao senhor Nilton Macedo pedir uma música brega no Fantástico. Mas a pior parte não é a sensação de que o pior está por vir, mas que aconteça o que acontecer, as soluções não passam pelos "cérebros" desse clube gigante que vai se apequenando, apequenando, apequenando...

Um comentário:

Rafael disse...

Mas o objetivo de ter visibilidade vem sendo alcançado. Sim, porque o objetivo número um é esse: aparecer na mídia. O clube, a torcida, os resultados, a gestão... são detalhes.

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