O Avaí vai mudar

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"Uma costura está sendo feita nos bastidores por lideranças para a mudança administrativa. Entre os líderes estão Tullo Cavallazzi, Rodrigo Collaço, Eduardo Gomes, Waltinho Koerich, Ronaldo Koerich e o presidente do Conselho Deliberativo, Alessandro Abreu.
Há um trabalho de articulação com o presidente Nilton Macedo Machado e com o executivo atual do clube, Edson Moritz, e o entendimento de todos que é preciso mudar a diretoria e criar uma nova gestão no Avaí. Até mesmo o presidente já concordou com esta necessidade. Não há, portanto, uma articulação para derrubar ninguém, mas sim para uma transição conciliada na Ressacada.
Problema - O maior entrave para que todas as ações sejam desencadeadas no momento é convencer o vice-presidente Francisco Battistotti da necessidade de sair junto. A mudança prática ainda estaria pendurada pela sua aceitação em se retirar junto com o presidente. Mas isto deve ser feito até o final desta semana, para que as novidades comecem a acontecer já na semana que vem.
Prazos - Até o dia 23 de abril tudo pode estar resolvido. É a provável data para a próxima reunião do CD, que pode haver a eleição do novo presidente do clube. Pelo que apurei, o nome de consenso já está escolhido e a pessoa já teria aceitado encarar o desafio de terminar o mandato do presidente Nilton. Não é ninguém da diretoria atual e ninguém deste grupo que articula a troca de comando. O nome ainda é um mistério. Mas já na próxima semana pode haver a saída da diretoria atual, numa espécie de renuncia coletiva. Neste caso, o Avaí teria um presidente de transição, que seria o presidente do Conselho, Alessandro Abreu. Ele, que é um dos maiores articuladores deste processo, seria o responsável por tocar a escolha do novo presidente, que ficaria até o fim de 2017.
Opinião - O momento exige uma mudança e é melhor que ela seja costurada mesmo, com articulação e acordos. Uma disputa política agora seria muito prejudicial ao Avaí como instituição, podendo trazer reflexos drásticos para o restante da temporada, que já vai ser difícil. É importante também a participação de gente com mentalidade grande, como as pessoas envolvidas neste momento, pois se o processo ficar na base das vaidades, mais uma vez o Avaí corre o risco de sofrer em um futuro breve, mesmo com a mudança realizada." Rodrigo Faraco para o Diário Catarinense

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