O plano é... andar para frente

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No Avaí desde 1973, mergulhado nas decisões administrativas e esportivas do clube desde a posse do ex-presidente Nilton Macedo no final de 2013, Francisco Battistotti não conseguiu trazer nada de novo com seu Plano de Reestruturação Estratégica. Embora o dirigente acredite que tenha inventado a roda, nada mais propôs que ações básicas no estilo andar para frente, ainda que não se saiba se logo mais ali encontrará o pico Everest do sucesso ou o buraco escuro do naufrágio gerencial.
Busca de parcerias e patrocínios, conquistar o acesso à série A, reduzir custos, revisar processos, redefinir a estrutura organizacional, evitar decisões isoladas, se fazer presente no clube, respeitar a hierarquia organizacional e o orçamento, fazer cumprir o plano de carreira, cargos e salários, enfim, ao ler estas proposta do Chico, nos perguntamos como assim? Isso já não era feito?.
Se a resposta for não, fica aquele gosto amargo de uma torcida inteira ter sido enganada por tantos anos. Ainda que não acredite que o velho-novo presidente tenha capacidade para implementar todas essas obviedades de um clube que se assume como profissional, que ostenta a Certificação ISO 9001 desde 2012, torço sinceramente pelo seu sucesso.
Para o bem ou para o mal, foi o único que teve a coragem de matar essa responsabilidade no peito, isso depois que os aloprados do grupo conhecido como "notáveis avaianos" engendrou uma transição interna sem ter um nome que assumisse o que restou do falido modelo em voga na Ressacada desde 2002. Sem outra alternativa, o vice-presidente repudiado foi o único a aceitar o desafio, se reconduzindo ao trono máximo do Carianos.
E tem avaiano querendo que Battistotti renuncie. Proteste, mas apresente um nome, amigão.

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