Silas exalta amor ao clube

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Ontem, após cinco anos, Silas voltou a dar uma entrevista como técnico do Avaí. Contratado com o objetivo principal de reerguer o clube após a queda para a Série B do Brasileiro, o comandante ressaltou seu carinho pelo Leão antes de iniciar sua terceira passagem pela Ressacada.
“Eu poderia ficar com o que fizemos aqui e isso seria para sempre, ninguém apagaria. Eu lembro de um momento que o Avaí estava mal na Série A, para cair, e eu falei para o Zunino, que se precisasse eu ia de graça, pelo amor. A responsabilidade aumenta, mas não foi só o Silas que fez, foi todo mundo remando para o mesmo lugar. Vai ser assim novamente” disse.
Silas comandou o Avaí no acesso à Série A em 2008. No ano seguinte, foi campeão catarinense e terminou o Brasileirão em sexto, melhor colocação de um clube de Santa Catarina na história do torneio nacional. Em 2011, na segunda passagem, levou o Leão à semifinal da Copa do Brasil.
Nos cinco anos distante de Florianópolis, Silas passou pelo futebol do Catar, Náutico, América-MG, Portuguesa e Ceará. Citando o técnico Arsène Wenger, do Arsenal, o comandante avaiano destacou o ganho de experiência que teve no período.
“O Arsène Wenger deu uma descrição sobre o trabalho do treinador. Ele tem que ser um esquizofrênico, pai, psicólogo, implacável e ter o vestiário na mão. Em resumo, para a imprensa, o torcedor e a diretoria, tem que ser vencedor. Vou completar 10 anos de carreira e estou diferente e com boas experiências”, falou.
A estreia de Silas no banco de reservas do Avaí acontece neste domingo, em duelo contra o Brusque, fora de casa. Com cinco derrotas em cinco jogos, o Leão ocupa a lanterna do Hexagonal do Título do Campeonato Catarinense. via Gazeta Esportiva

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