Avaí dá adeus à Copa do Brasil

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Durante o jogo, a certeza de que algumas contratações tem tudo para dar certo e fazer o time evoluir. Mas no apito final, a tristeza por não conseguir a classificação. O torcedor que foi à Ressacada teve esses sentimentos, e agora espera por uma boa estreia no Brasileiro.
Primeiro tempo - O jogo começou estudado, mas a melhor chance foi do Avaí. Alemão iria cobrar uma falta mas deixou para Vinícius Pacheco, que viu William avançando livre na área. O lançamento foi feito e o centroavante pegou de primeira, mas mandou por cima do gol.
O Bragantino queria manter a posse de bola e sair nos contra-ataques. Mas outra vez o Leão chegou bem: Vinícius Pacheco arrancou pelo meio e deu um belo toque para Tatá, mas o atacante se assustou com a marcação e acabou perdendo a bola. Vinícius Pacheco outra vez incomodou: apareceu no meio da zaga, puxou para a perna esquerda e arriscou, com a bola passando perto da trave. Os lances de perigo cessaram um tempo, pois o Bragantino parava o jogo com faltas.
O Leão tocava bem a bola e se mantinha no campo de ataque. Demorou um pouco, mas outra boa chance foi criada. Tatá tabelou com Vinícius Pacheco e bateu de fora da área; outra vez a bola foi para fora. O time visitante, porém, era perigoso em algumas jogadas. E Eliandro deixou isso claro quando emendou uma bicicleta dentro da área azurra. A bola passou por cima, mas assustou o goleiro Renan. O ritmo esfriou dos dois lados, até que o Avaí chegou mais uma vez com Jajá, que num chute perigoso quase abriu o placar. Mas os times foram para o vestiário no 0 a 0.
Segundo tempo - O Leão se impôs ainda mais no início do segundo tempo. Rondava e entrava na área do Bragantino - chegou bonito com um toque de calcanhar de William que Tatá quase alcançou. No contra-ataque do Bragantino após esse lance, porém, a defesa do Avaí parou depois de um lançamento que parecia ser para Helder Santana (em posição irregular); mas Erick apareceu em posição legal para carregar a bola até o fundo e cruzar baixo para que Zambi empurrasse para dentro. O gesto de Renan, pegando a bola do fundo das redes e atirando-a no chão com raiva era o retrato do desespero: o Leão teria que vencer por 3 a 1 para conseguir a classificação.
O Avaí não se entregaria fácil. Num levantamento na área, Tauã apareceu sozinho para pular e mandar de primeira, no cantinho. Era o empate e a esperança azurra. Depois de algum tempo sem muita ação da equipe, Silas decidiu ir para o tudo ou nada: tirou o volante Lucas de Sá e colocou o atacante Romulo em campo. Imediatamente a equipe começou a agredir mais e a torcida sentiu que o time tinha chances de classificação. E o goleiro Felipe, do Bragantino, quase deu essa chance de presente. Num cruzamento à meia altura de Vinícius Pacheco o goleiro bateu roupa e deixou a bola sozinha na pequena área, mas Romulo não conseguiu alcançar para empurrar para o gol.
A pressão avaiana continuou: Tauã deu um belo chute e quase fez; num contra-ataque Romulo demorou para tocar para William, sozinho; e Lucas Fernandes conseguiu uma falta que foi desperdiçada por Jajá. Mas a chance inacreditável apareceria nos pés de William. Primeiro Romulo recebeu na cara do gol e acabou travado pela zaga; a bola sobrou limpa para o camisa  e ele pegou na orelha da bola, praticamente sem goleiro - ela foi para fora.
Tiago Santos teria uma chance tão clara quanto a de William, só que pelo lado do Bragantino. Na cara do gol ele também bateu para fora. O torcedor do Avaí voltaria a lamentar quando Romulo recebeu cruzamento na área e tentou dar um chapéu no zagueiro, mas acabou se atrapalhando com a bola. No apito final, as vaias da torcida: fim de Copa do Brasil nessa temporada. via Infoesporte

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