Coletiva pós-jogo de Silas

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"Um jogo difícil, como todo de Série B. Vou falar só do jogo, não da indignação nossa com o árbitro. Tivemos uma chance, não fizemos, e um gol impedido. Não dá para chorar nisso. Quando você gasta energia com isso, não consegue para outras coisas. E eu falei para o árbitro tudo isso. Paciência, foi um jogo colocado aqui para dar pressão, mas já passou."
Fábio Sanches e Luan como titulares - "O Luan veio para ser titular, e o Fábio era para dar um descanso ao André. Precisava colocar ele para jogar, é importante. Perdi o Renato, aí joga o Alemão, e o Gabriel. O Célio entra."
Falta de bons resultados fora de casa - "Tem que ir para Goiânia e levantar moral. Sabíamos que seria difícil, mas temos que continuar lutando todo mundo junto. Essa é a palavra de ordem."
Muito volume, poucas finalizações - "Tentamos colocar atletas para dar sangue novo, todos têm que fazer isso de forma obrigatória. E em um trabalho de construção, como o nosso, com duas estreias, vai ter altos e baixos. Tivemos posse de bola, mas não conseguimos efetividade."
Caio César no banco - "O Caio César é um volante pela esquerda ou direita, mais a beirada direita. O meia que a gente tem hoje é o Iury. Tanto que quando ele colocou o Hiltinho, eu ia tirar o Luan, mas o Chapecó pediu para sair. Deixei o Iury, o Tatá, coloquei sangue novo na frente. O Iury é um meia mais incisivo, não é como o Marquinhos Santos."
Falta de meias de criação - "Estamos amarrados com relação a isso. O Tatá está ajudando, colaborando, sabe fazer gols. O Jardel não vai fazer parte dos nossos planos, não pensamos em contar com ele para o restante da temporada."
O que mudar para voltar a vencer - "Tivemos a incorporação do Luan, a entrada do Fábio Sanches. No Serra Dourada é um campo com outro perfil para a arbitragem, vai ser decidido no campo. Não sou de ficar chorando, sei ganhar e sei perder, mas ficou complicado. Vamos contar com isso. A Série B não está essa diferença toda." Silas via Globo Esporte

Um comentário:

Paulo Cardoso disse...

É deprimente assistir os jogos do AVAÍ. Não existe uma jogada, a bola queima no pé dos jogadores. Praticamento os 90 minutos contra o Paysandu a unica jogada foi uma triangulação na linha defensiva, abertura na lateral com o Renato/Alemão ou João Paulo e então tanto um quanto outro do meio de campo alçavam a bola na área. Outra tentativa de jogada era uma triangulação na lateral que logo era desarmada, NINGUÉM PASSAVA PRA RECEBER, MEU DEUUUUS.
É ridículo como o é trabalhado os jovens que subiram da base, o Iuri já jogou em todas as funções, e os moleques só entram para resolver, PARA NÉ OOOW.
Acho que demitiram o preparador físico porque não é possível ter tanto jogador fora de forma em um time profissional.

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