"Se largar o barco, o Avaí fecha"

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"A gente pede para o patrimônio maior, que é torcedor, porque o clube não é do Marquinhos, não foi do Zunino, do Battistotti, não foi do Nilton, clube é da torcida, que tem que apoiar mais. Falo no apoio de vir para o estádio, até porque a gente passa por uma dificuldade financeira, não apenas nós, mas temos que pensar no nosso quintal. A gente sabe que a dificuldade é grande.
Esse ano estamos lutando para distanciar do pelotão lá de baixo, mas se continuar vindo mil, 2 mil pessoas, ficar com 'picuinha', não gosto deste, daquele, a instituição perde força. Tendo as dificuldades maiores porque o torcedor é nosso coração.. ele está batendo, mas se não tiver colaboração maior, o pessoal abraçar, esquecer de situação e oposição, fico triste com isso. Avaí é um só. Acho muito ruim onde todos são avaianos.
Precisamos da ajuda do torcedores, que venha, nos apoie, não comece a vaiar o jogador que não goste, mas que apoie, que vaie no final todo mundo, mas com 90 minutos, como foi o último jogo, 2 mil e poucas pessoas, é muito pouco. Temos muita dívida para pagar, se a gente não subir esse ano, não vamos ter caixa para o ano que vem se o torcedor não apoiar. Cada vez fica mais difícil.
São 93 anos de glória, o maior clube do estado. A gente espera que o coração, que é o torcedor, volte a bater mais forte e frequente, que nos apoie. Sabemos da dificuldade, do descontentamento desde o ano passado, mas se largar o barco, o Avaí fecha." Marquinhos via Globo Esporte

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