Defesa funciona e Avaí cresce

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Na chegada de um treinador a um novo clube, o discurso comumente trata a defesa como prioridade. Ajustar o setor para depois dar sequência às outras partes da equipe. No Avaí, Claudinei Oliveira transformou a zaga. Reduziu e muito a média de gols sofrido, o que ajuda a explicar a arrancada do Leão da Ilha na Série B.
Em 11 jogos do treinador à frente da equipe na Série B, foram apenas seis gols sofridos, três deles na derrota para o Atlético-GO. Em sete confrontos a defesa passou intacta e Claudinei efetivou Fábio Sanches e Betão como dupla titular. Com Claudinei, uma média de 0,54 tento sofrido por partida.
Um contraste com os números anteriores. Nas 21 partidas feitas antes, foram 27 gols, uma média de mais de um tento por duelo. Parte do crescimento azurra no setor, Fábio Sanches destacou a importância da defesa passar segurança à equipe.
- Fico feliz de ter o trabalho reconhecido. Nos últimos jogos encaixamos bem a defesa. Tirando a derrota para o Atlético-GO, sofremos poucos gols e ficamos felizes por passar segurança. Uma equipe tem que ter uma defesa forte, temos a confiança também no Renan, um grande goleiro. Claro que nem sempre a gente agrada a todos, mas estou me esforçando, trabalhando para melhorar.
O ataque também tem funcionado. Foram 17 gols a favor, quase a metade dos 39 que o Leão da Ilha tem na Série B. A evolução, segundo Fábio Sanches, é importante, mas sem se deixar levar. Nessa reta final, o defensor quer atenção, a começar pelo próximo compromisso, quarta, diante do Vasco.
- É uma final a cada jogo, o time vem fazendo uma boa campanha, não conseguimos nada. Nosso foco é o Vasco e só vamos comemorar alguma coisa quando tivermos conseguido o acesso. via GE

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