A coletiva de Claudinei Oliveira

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"Não tem prazo para acertar (a permanência), a gente vai conversando. Tenho contrato até 31 de dezembro. Eu fui bem claro, não tive nenhuma proposta, mas se tiver agora, uma coisa, que é boa para mim, não vou fazer leilão com o Leão. Vou agradecer e vamos tomar uma decisão. Ficarei muito feliz de permanecer aqui, é o caminho mais normal das coisas caminharem. Eu nunca dou muita certeza de nada, pois a gente não sabe o dia de amanhã. Eu sei ser grato, eu vim em um patamar em termos financeiros que não estava recebendo, mais baixo, não foi nenhum favor, acreditei em mim e é lógico que você quer a sua valorização que é a coisa mais normal."
O que influencia na permanência - "O planejamento temos trabalhado para estar em prol do Avaí. A gente tem que tomar decisões, com o Agnello, com o Joceli, com o presidente e um mapeamento daquilo que queremos. Não depende só da gente querer, conversar com os aletas que nos interessam. Esperamos que a gente consiga manter a base da equipe, um time muito forte e consistente, se manter essa base é um passo muito grande para fazer um grande Catarinense. Temos que ter os pés no chão, não adianta prometer nada, não acho que o Catarinense não muda a história do Avaí, mas o que vai mudar a história do Avaí é a permanência por muitos anos na Série A. O segundo semestre tem que ser uma reserva para que possa entrar forte na Série A."
Conversa para renovar - "As pessoas que estão aqui têm a minha total confiança. A comissão técnica do Avaí necessita de um auxiliar na preparação física, auxiliar para o Evando. Isso precisa, não quer dizer que será o que eu vou indicar. Se a gente achar que tem que trazer dentro do clube, a gente coloca. Não sou um cara de trazer amigos, não trago pela amizade, tem que ser competente."
Ajudar o Renanzinho - "Nas arquibancadas foi uma goleada. Isso é uma coisa que não ficou a nível regional, não. Muita gente mandou o parabéns em elogiar o clube, parabéns pela ação. É uma atitude muito bonita, digna de aplauso para os clubes, foi uma goelada de solidariedade e de humanidade."
A eficiência da equipe - "Não tem como não gostar de Florianópolis. Pesa, claro. A gente montou uma equipe, temos uma equipe forte e competitiva, podem dizer que não é brilhante, mas em defesa aos atletas, não admito que a nossa equipe é fraca. Um time fraco não chega na frente do Vasco, do Bahia. Podemos não ter uma equipe que encanta, mas não é fraca. Os meus atletas não merecem ouvir isso. A gente perdeu um jogo no segundo turno, quem é fraco não passa o tempo que ficamos sem tomar gols. Os atletas estão valorizados, aí você não aumenta e traz atletas que não dão certo, tem que fazer o máximo de esforço para manter. Não se tem certeza no futebol."
Entrada de Toshi - "Sou um cara chato, não gosto de perder. Quem me conhece, sabe. Queria colocar o Toshi, foi legal. Chorou no vestiário, fazia tempo que não jogava. Tecnicamente não é um jogador ruim, é trabalhador, batalhador e acho que vai permanecer. Pode virar ídolo da torcida."
Partida que viu o acesso do Avaí - "O jogo contra o Vila Nova, gol do Tatá no último minuto. É a coerência, ele estava treinando bem. E a gente sempre opta pelo merecimento. Ganhar aquele jogo do Vila, de virada, do jeito que ganhamos, fizemos quatro pontos fora de casa, contra o Vasco...para o torcedor que deu mais confiança foi o jogo contra o Náutico. Acabou o jogo contra o Oeste, todo mundo queria a vitória. A sabedoria de entender as limitações. O torcedor acreditou, a partir do momento que o torcedor passou a acreditar. Quando todo mundo entendeu que as cosias estavam sendo corretas, todo mundo abraçou a ideia e as coisas convergiram."
Recado para a torcida - "Só tenho a agradecer, todos os jogos. Lá em Londrina foi sensacional, um cara saiu da Inglaterra, da Argentina, enfrentou a estrada. Só tenho que agradecer ao torcedor. Em alguns momentos eles carregaram o time no colo. Eles tiveram esse carinho com a equipe. Só tenho a agradecer. Desejar um bom final de ano para todos, que continuem nos atletas que vão ficar. Só com todo mundo se ajudando, que o Avaí vai ficar dois, três, 10 ou 20 anos na Série A. Só assim que muda a história do Avaí." Claudinei Oliveira via Infoesporte

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