Battistotti quer Avaí campeão Estadual

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Catarinense e Série A - "Estamos projetando, tentando renovar com cinco ou seis atletas, dentro das condições financeiras do clube. Já conversamos com alguns e espero que depois do jogo do dia 26 eles possam aceitar a nossa proposta, mas com o pé no chão. A única garantia que a gente vai dar é: "Olha, a gente não pode te pagar R$ 100 mil, mas tenha certeza que vai receber em dia". Isso que é importante e que garante ao atleta a condição de renovação. Mas nossa intenção é ter um time base desse que está aí do acesso e irmos para ser campeão do Estado."
Renovação com Claudinei Oliveira - "Acredito que depois do dia 26 a gente sente para conversar. Já tive algumas conversas com ele, ele gosta muito da cidade e espero que não venha nenhum time grande fazendo propostas que eu não possa mantê-lo. Mas vou tentar mantê-lo pelo coração e pela aceitação que Florianópolis o recebe e pelo respeito que tem por ele."
Sondagem de outros clubes - "Soubemos de algumas, estamos tentando blindar os atletas e mostrar que entre morar em Florianópolis, que a mulher dele pega o carro e leva no colégio, do que morar no Rio de Janeiro ou São Paulo, que tem que andar de carro blindado, aqui é melhor. Tem que mostrar para eles na hora da renovação."
Jogadores na pauta para renovação - "Já foi conversado com o Renan, Betão, Fábio Sanches, Capa, Luan e Alemão. Mas isso vai depender das condições financeiras do Avaí. Ninguém vai fazer loucura. Esse negócio de que "contrata que a torcida paga" não existe. Temos que ter pé no chão e garantia de salário em dia para permanecer na Série A de 2017 e, em 2018, equilibrar o clube."
Realidade financeira - "Minha cota de TV sai de R$ 2,9 milhões para R$ 30 milhões. Mas só que não se esqueçam que eu peguei um clube com um déficit de R$ 12 milhões ano passado. Dos 30, eu tenho que pagar 12. Não adianta a torcida pensar que com R$ 30 milhões dá para fazer isso ou aquilo. Isso é déficit financeiro de 2015, fora déficits fiscais de anos anteriores, acordos trabalhistas que foram feitos. Não é fácil. Teve torcedor no começo da gestão dizendo que eu era ladrão. Ladrão que vem trabalhar sem receber salário e ainda coloca dinheiro do bolso? Mas tudo bem. Eu os perdoo." Francisco Battistotti via Diário Catarinense

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