Mapa do Brasileirão 2017

|
EM ALTA Rio de Janeiro - Em 2017, o Rio voltará a ter seus quatro grandes na elite depois de três anos. Além disso, contará novamente com dois representantes na C depois do título invicto do Volta Redonda na Série D. Serão seis times entre os 60 maiores do país, contra cinco em 2016.
Alagoas - O estado vive um bom momento e terá em 2017 o maior número de times entre os top-60 desde 2009: três. O CRB fez boa Segundona, mas não subiu; o ASA ficou entre os oito melhores da C e por pouco não retornou. Vice da Série D, o CSA comemorou o acesso.
Rio Grande do Norte - O estado ganhou qualificação, mas perdeu em números absolutos. Em 2016, tinha os rivais ABC e América-RN na Série C. Para a próxima temporada, mudanças: o Alvinegro subiu de divisão, enquanto os rubros foram parar na Série D.
Bahia - O estado volta a ter a sua dupla de ferro na Primeira Divisão. O Vitória se salvou da degola nas rodadas finais, enquanto o Bahia retornou à Série A com o quarto lugar na Segundona.
Goiás - O acesso do Atlético-GO, campeão da Série B, trará o estado e a Região Centro-Oeste de volta à elite do futebol nacional. Também disputaram a Segundona o Vila Nova, que ficou no meio da tabela, e o Goiás, que flertou com o Z-4, mas permaneceu na divisão.
Paraná - Tudo permanecerá igual para os paranaenses em 2017, já que Furacão e Coxa seguem na Série A, assim como Paraná e Londrina na Segundona.
Ceará - O Fortaleza mais uma vez deixou o acesso escapar no mata-mata e continuará na Série C. O Ceará ficou no meio da tabela e seguirá na Série B.
Paraíba - O Botafogo local caiu nas quartas de final da Série C e novamente disputará a Terceira Divisão em 2017.
Sergipe - Os sergipanos seguem com o Confiança na Série C em 2017. É o terceiro ano seguido do Azulino nesta divisão.
Mato Grosso - Luverdense, que irá para seu quarto ano consecutivo na Série B sem grande sustos, e Cuiabá, desde 2012 na Série C, seguem nas mesmas divisões para 2017.
Pará - Os grandes de Belém terão os mesmos desafios na próxima temporada: o Papão tentará levar o Pará e a Região Norte à elite, enquanto o Remo buscará um lugar na Segunda Divisão.
São Paulo - Os paulistas se mantêm com cinco times na Primeira Divisão e só não terão apenas o Guarani na Série B porque o Oeste conseguiu evitar o descenso na última rodada. No entanto, perderá um representante na C: o São Bento subiu, mas Lusa e Guaratinguetá caíram para a D.
Minas Gerais - Minas segue com seis times nas três divisões principais, mas perdeu qualificação. O estado teve dois times rebaixados (América-MG na Série A e Tupi na B) contra apenas um acesso (Boa Esporte, campeão da Terceirona).
Santa Catarina - Depois da marca excelente de quatro clubes na elite em 2015, o estado perde força aos poucos. Catarinenses permanecerão com dois representantes na Série A (caiu o Figueirense e subiu o Avaí), mas terão um de seus times na Série C, com a queda do Joinville.
Rio Grande do Sul - A inédita queda do Internacional deixa os gaúchos com um único representante na elite, algo que só havia ocorrido em 1992. O ponto positivo foi o acesso do Juventude, que andava fora da Segundona desde 2009.
Pernambuco - Os pernambucanos voltarão a ter apenas um representante na Série A, já que o Santa Cruz acabou rebaixado. Derrotado pelo Oeste em casa na rodada final da Série B, o Náutico teria subido se tivesse vencido o jogo.
Maranhão - A situação dos maranhenses é peculiar. O estado ganhou um segundo time no top-60 com o acesso do Moto Club à Série C. No entanto, o Sampaio Corrêa caiu da Segundona depois de três temporadas e encontrará o maior rival em 2017.
Serão dez os estados sem representantes nas Séries A, B e C do Brasileirão: Espírito Santo, Mato Grosso do Sul, Piauí, Distrito Federal, Tocantins, Acre, Amazonas, Roraima, Amapá e Rondônia. O Piauí estava representado no ano passado, mas o River caiu da Série C para a D. O Distrito Federal, por sua vez, não tem time entre os 60 desde a queda do Brasiliense em 2013, mesmo ano em que o Rio Branco foi rebaixado e deixou o Acre sem nenhum time na Terceirona. O Araguaína, que disputou a C em 2011, foi o responsável pela aparição-relâmpago de Tocantins no top-60. via Globo Esporte

Nenhum comentário:

Postar um comentário