Coletiva pós-jogo de Claudinei Oliveira

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"Em primeiro lugar que Copa do Brasil é assim, é bom a gente falar na hora vitória e não na derrota. A partir do momento que vira um jogo único tem que ser um padrão de gramado, tem que ter padrão de tudo, pois dificulta bastante. Todos os jogos do Catarinense eram jogos muito bons, com gramados bons. A CBF não enviou a bola da competição para o Avaí. A gente conheceu a bola no dia do jogo, e ela não tem à disposição para comprar na loja. É jogo único, mas tem que dar igualdade de condições. Um jogo desse tipo, não é só o mando que interfere, tem que tomar cuidado com isso."
Jogar com a vantagem - "Eu falei com os atletas que a gente é uma equipe acostumada, temos que aprender a jogar com o placar a favor, estava 2 a 0 e estávamos acelerando demais o jogo. Quando está ganhando por 2 a 0, não precisa ter “aquela” jogada... Então forçamos quando não tinha necessidade. É preciso nos adaptarmos. Na minha opinião não corremos muitos riscos, controlamos bem o jogo. Alguns momentos optamos por finalizar e, enfim, vencemos e classificamos, que é o mais importante. É uma verba que entra para o clube e é bem-vinda." (Além dos RS 440 mil pela participação na primeira fase, o Leão ganha mais R$ 500 por chegar na segunda)
Padronização da competição - "A chave é o que estamos falando da consistência defensiva da equipe. O volume deles se dava muito mais nas jogadas em bolas aéreas, e o Betão e o Alemão muito bem nesse quesito. Então a gente sofreu um pouquinho, é uma equipe alta, são jogadores altos, mas quando conseguimos colocar a calma para jogar e depois passa também pela adaptação. O jogo único é complicado, é preciso ter esse cuidado. Traz o pessoal, fala que a altura da grama é essa... o jogo tem que ser nivelado, senão fica complicado. Tudo isso é preciso ter cuidado, além do mando de campo tem algumas coisas que interferem."
Dedilson e Romulo, problemas com DM - "A gente não gosta de perder jogadores titulares. O Luan e o Leandro (Silva) estão muito bem, vamos esperar pelos exames. A gente joga em uma intensidade alta, estamos tirando o pé no treinamento. O Leandro teve um ano atípico ano passado, está pegando uma sequência de jogos muito grande. A gente não está podendo poupar alguns jogadores. Na Primeira Liga poupamos, e no Catarinense temos que jogar todos os jogos como se fossem os últimos. Agora é apostar no elenco, é chance dos jogadores mostrarem futebol, eles têm que ver isso como oportunidade. O Luan e o Leandro precisam recuperar, e os outros jogadores têm que se cuidar. A gente joga todos os jogos como se fossem os últimos."
Atuação de Ferdinando e Caio César - "Cumpriram o papel, jogaram o jogo contra o Londrina, estou satisfeito do que apresentaram. O Ferdinando mais experiente, o Caio mais jovem, a gente espera que eles continuem correspondendo, temos que usar esses jogos para usar esse elenco e eles aproveitaram para sabermos quem podemos contar com quem podemos contar no Brasileiro."
Volta de Vinicius Pacheco - "Está mais com a parte física, ele participa dos treinamentos, está abaixo ainda. Temos que ter cuidado, quando entrar em campo vai ser cobrado, então temos que cuidar, estamos loucos para contar com ele e ele também está louco para jogar. Está um pouco abaixo, não tenho previsão exata, está sendo feito trabalhos extras para nos ajudar."
Variações de jogo - "A gente não tem muito tempo para trabalhar variações, hoje a gente tem opções de jogar até com três atacantes, mas não temos muito para trabalhar. No sábado a gente tem que fazer trabalho leve, pois domingo temos jogo, então não dá para trabalhar muita coisa específica, quando tiver alguma semana cheia, que é só em março ,a gente possa colocar algumas coisas novas. A principio vamos manter, precisamos saber fazer duas coisas certas, não muitas. Então estamos tudo bem assimilados, bem definidos e é isso que é o segredo." Claudinei Oliveira via Globo Esporte

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